Prejuizos causados pela mastite

É muito importante estimar os prejuízos e impactos causados pelas doenças do rebanho, principalmente sobre a mastite que é uma enfermidade comum e com grande impacto em rebanhos leiteiros.

Os casos clínicos são percebidos com maior facilidade pelos produtores, pois os sinais são evidentes e o leite produzido é descartado, porém os casos subclínicos não são tão evidentes e estimar os prejuízos e impactos fica mais complicado pois essa doença não causa alterações visuais no leite ou úbere da vaca.

Por meio da contagem de células somáticas (CCS) é possível fazer a detecção da mastite subclínica, o aumento das células somáticas é feita pela própria defesa do animal em resposta a uma infecção intramamária, então é de suma importância realizar controle de CCS por animal individual para que possa identificar possíveis casos de mastite subclínica.

Os custos associados aos casos de mastite não incluem apenas o leite descartado mas também o quanto a vaca deixa de produzir além de outros custos como medicamentos, mão de obra extra, orientação técnica e em últimos casos até o descarte e reposição do animal.

Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade Nacional de Río Cuarto, Argentina, realizou uma avaliação econômica dos custos diretos diários e as despesas de controle e prevenção associados a mastite. A pesquisa foi realizada em 48 rebanhos leiteiros (média de 128 vacas Holandesas em lactação e 17,5 Kg/vaca/dia) um total de 1.955 vacas da região de Córdoba, bacia leiteira que representa 65% dos produtores argentinos.

A perda média da produção de leite ocasionada pela mastite subclínica foi 2,8 litros/vaca/dia, o que representou um custo de US$ 0,99/vaca/dia. Por outro lado, a perda média de produção de leite devido a casos de mastite clínica foi menor do que a subclínica, 0,12 litros/vaca/dia, o que representou um custo de US$ 0,04/vaca/dia. A média de despesas oriundas do controle e prevenção da mastite foi US$ 0,059/vaca/dia. Dentre essas despesas, a terapia de secagem foi a que apresentou maior quantia (US$ 0,047/vaca/dia), seguido do tratamento para mastite clínica (US$ 0,006/vaca/dia). Em 50% dos rebanhos leiteiros do estudo, o custo total associado a casos de mastite foi de US$ 1,04 vaca/dia, podendo chegar a US$ 1,20 vaca/dia.

Podemos concluir que as perdas econômicas ocasionadas pela mastite variam com o tipo de mastite, frequência, gravidade, duração da doença e o nível de produção do rebanho leiteiro. Isso explica porque o custo variam muito entre os rebanhos e podemos constatar que a mastite subclínica é o tipo que ocasiona as maiores perdas na produção leiteira que pode representar 15 a 24% da renda bruta. Também constatamos a importância de um bom manejo sanitário a fim de prevenir as mastites e o controle da CCS por animal.

Fonte: VISSIO, C et al . Archivos de medicina veterinaria. v. 47, n. 1, p. 7-14, 2015 (artigo completo: //www.scielo.cl/pdf/amv/v47n1/art03.pdf)

Milkpoint: //www.milkpoint.com.br/colunas/marco-veiga-dos-santos/perdas-economicas-e-custos-do-controle-da-mastite-em-rebanhos-leiteiros-205877n.aspx

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Calendário de Tarefas

A comunicação tem se tornado a cada dia um item chave para o sucesso nas empresas, tanto no âmbito urbano quanto nas empresas rurais inclusive nas propriedades produtoras de gado leiteiro, a sua capacidade de se organizar de forma eficaz pode se tornar um diferencial que irá refletir em menores custos e maior eficiência de suas tarefas rotineiras.

Pensando nisso a Leigado desenvolveu o calendário de tarefas onde você poderá cadastrar qualquer tipo de atividade a ser feita na propriedade, como por exemplo: arrumar a cerca, trocar bebedouro de local, etc…

Dessa forma você poderá visualizar todas as tarefas a serem feitas e não irá esquecê-las, pois o sistema irá gerar um lembrete na lista de tarefas e também o aplicativo emitirá um alerta quando chegar na data agendada.

Futuramente esse calendário de tarefas terá novas funcionalidades, como por exemplo, indicar um responsável para cada tarefa, que pode ser os funcionários, também poderá marcar o horário a ser feito a tarefa e também estará disponível para ser criada por meio do aplicativo e todos poderão visualizar o calendário completo nele.

Então não deixe suas tarefas ficarem esquecidas, utilize o Leigado sistema de gestão para gado leiteiro e obtenha um melhor resultado em sua propriedade.

Confira esse e muitos outros benefícios que nosso sistema tem a lhe oferecer.

 

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Controle Financeiro

Você tem ideia de quantos reais você gasta com medicamentos todos os meses? Sabe qual foi seu faturamento no ano passado? Esse mês seu caixa ficou positivo ou negativo?

Todas essas informações são importantes para as tomadas de decisão na sua propriedade leiteira, são os pequenos detalhes que fazem a diferença.

Tenha essas informações e muito mais em suas mãos, acesse: www.leigado.com.br e comece a utilizar agora mesmo o melhor sistema de gestão para propriedades leiteiras. #GestãoLeigado

Quer ter mais lucratividade na pecuária leiteira?

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Eficiência Reprodutiva

A eficiência reprodutiva afeta diretamente na lucratividade, pois uma reprodução ineficiente reduz a produção de leite, reduz o número de novilhas para reposição e também aumenta os gastos com sêmen, medicamentos e serviços veterinários.

Então quais seriam os principais índices a serem avaliados e o que podemos fazer para melhorar isso.

O primeiro item que consideramos importante é a idade do primeiro parto, o ideal seria aos 24 meses de idade, para que isso se concretize é necessário que a inseminação seja feita aos 15 meses, mas temos que lembrar que o animal deverá estar com 90% do seu peso adulto para que seja inseminado e tenha uma boa gestação, por isso é importante acompanhar a evolução de peso das bezerras e ter uma alimentação adequada, pois quanto mais cedo essa novilha parir mais cedo ela irá produzir leite, com isso o gasto com alimentação irá valer a pena.

O segundo item que devemos ter em mente é o intervalo entre partos, para animais com dois ou mais partos, o ideal é que esse índice esteja entre 11,8 e 13 meses, para que isso aconteça é necessário que as vacas estejam sadias após o período voluntário de espera e seja inseminada no tempo certo, dessa forma conseguimos ter uma cria por ano, manter a produção e ainda gerar animais para reposição.

Outros índices importantes de serem acompanhados são: eficiência dos sêmens, dos embriões, touros e dos inseminadores, muitos produtores que não anotam esses dados ou aqueles que anotam mas não conseguem extrair informações desses dados podem estar tendo prejuízos na parte reprodutiva, ou seja, um sêmen que foi utilizado em 20 vacas e todas as inseminações foram feitas pelo menos inseminador e apenas 5 vacas ficaram prenhas, isso quer dizer que apenas 25% dos animais tiveram sucesso e 75% falharam, essa informação é muito importante para se tomar uma decisão, de não utilizar mais esse sêmen ou então treinar melhor o inseminador ou alguma outra ação para melhorar esse índice, então lembre-se de sempre anotar esses simples dados para melhorar a eficiência reprodutiva de sua propriedade.

Se você quiser uma ferramenta para auxiliar nessas questões, utilize o Leigado, inserindo poucos dados no sistema você terá de forma automática muitas informações que irão auxiliar na tomada de decisão e você poderá ter uma maior rentabilidade em sua propriedade de gado leiteiro.

 

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Quais são as vantagens da utilização da transferência de embriões em gado leiteiro?

Sabe-se que a seleção de um animal para reprodução, está diretamente atrelada a sua produção. Uma técnica que vem crescendo de forma considerável no Brasil, possuindo um grande número de produtores de leite adeptos, é a transferência de embriões. Esta permite que seja realizado melhoramento genético dos animais, ao mesmo tempo que  garante o nascimento  de um maior número de fêmeas.

Mesmo sendo um pouco mais custosa que a inseminação artificial, a transferência de embriões pode trazer melhores resultados reprodutivos à fazenda. Além disso essa técnica permite diminuir em, pelo menos, 10 anos a seleção e melhoramento genético, aumentando a produção e a qualidade do leite em um menor espaço de tempo.

Considerada uma biotecnologia, a transferência de embriões tem o intuito de otimizar a obtenção de crias de animais com uma melhor genética. Para isso, seleciona-se uma fêmea com genética superior, estimula-se a ovulação da mesma, através de tratamentos hormonais, a fim de que ela produza vários óvulos. Em seguida é feita a inseminação desse animal e após uma semana é feita a lavagem uterina para recuperar os embriões. Estes embriões podem ser transferidos para mães de aluguel ou congelados e armazenados em bancos de embriões.

A coleta dos embriões pode ser feita, a cada sessenta dias, em média cada coleta traz entorno de seis embriões viáveis para transferência. Por se tratar de um procedimento relativamente caro e  a taxa de concepção dos embriões transferidos  girar em torno de 50 e 60%, recomenda-se que seja utilizada em animais com melhor genética.

Desta forma um animal com genes superior, ao invés de ter uma única cria por ano, como é o caso das técnicas de monta natural e inseminação artificial, poderá ter anualmente, de dez a vinte bezerros sem a necessidade de passar por gestação e parto.

Que tal controlar as transferências de embrião no sistema Leigado – Inteligência para Pecuária?

Aproveite melhor seu gado leiteiro, controlando todos os índices zootécnicos e financeiros com nossa ferramenta.

Fontes: //goo.gl/7m4v54

//goo.gl/1D1saE

 

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Fazendas Leiteiras: como fazê-las ter um desenvolvimento mais sustentável?

* Esta matéria foi originalmente publicado pela www.mesintoseguro.com.br

Nos últimos anos o termo “sustentabilidade” é citado em uma infinidade de situações e contextos, sendo tema de palestras, simpósios e até reuniões entre governantes de todo o mundo. É o assunto do momento!

A pecuária leiteira, com a sua importância mundial, não fica de fora das ações de discussões sustentáveis, sendo motivo de muitos estudos e conversas. Porém, ainda é relativamente comum alguns “profissionais” terem visões um pouco distorcidas sobre a sustentabilidade na produção de leite, colocando a pecuária leiteira como uma das grandes vilãs da sustentabilidade.

Realmente a pecuária é vista com outros olhos quando o assunto sustentabilidade é colocado em pauta. Por estes motivos, devemos criar formas sustentáveis para melhorar a imagem das fazendas leiteiras perante a sociedade, mostrando quais são as realizações que vêm sendo tomadas para tornar a atividade mais sustentável como um todo.

Mas afinal, o que significa desenvolvimento sustentável?

O termo desenvolvimento sustentável é bastante amplo possuindo várias vertentes. A comissão mundial do ambiente e desenvolvimento da ONU conceitua o desenvolvimento sustentável como “o desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações em atender às suas próprias necessidades”, ou seja, os recursos devem ser utilizados hoje, mas lembrando de que nossos filhos e netos vão precisar destes recursos amanhã.

Há alguns anos, o termo “desenvolvimento” era facilmente entendido somente como crescimento econômico. Tal crescimento dependia do consumo crescente de energia e recursos naturais finitos. Com o tempo, esse tipo de desenvolvimento vem se tornando insustentável, visto que acarreta no esgotamento dos recursos naturais imprescindíveis para a humanidade. Hoje, o desenvolvimento moderno é mais do que isso, devendo ser bem mais sustentável!

Como ter um desenvolvimento sustentável em fazendas leiteiras?

O desenvolvimento sustentável conhecido hoje, sugere qualidade em vez de quantidade, com a redução do uso de matérias-primas e produtos e o aumento da reutilização e da reciclagem. Mas como conseguir ser sustentável na pecuária de leite sendo que ela precisa aliar qualidade da atividade com quantidade (destinada à alimentar a população crescente) da produção e ao mesmo tempo seguir ações sustentáveis?

A resposta é bem ampla, mas a primeira atitude que todo fazendeiro leiteiro precisa ter é entender que a sustentabilidade na pecuária de leite não deve estar focada somente na sustentabilidade ambiental, mas também na sustentabilidade social e na sustentabilidade econômica.

Este é o famoso tripé da sustentabilidade, que deve estar presente em todas as atividades, inclusive a pecuária leiteira. Este tripé exige um crescimento que vise a preservação do meio ambiente, mas que seja socialmente inclusivo e, principalmente rentável.

Sustentabilidade para fazendas leiteiras: Equilíbrio social, ambiental e econômico

A pecuária leiteira é considerada uma atividade desafiadora, visto que exige dos produtores posturas mais sustentáveis. Qualquer empresa rural (ou fazenda) que vise ser sustentável precisa manter o equilíbrio entre cada um desses fatores, gerando progresso produtivo, cuidando do ambiente e gerando valor para a fazenda e seus colaboradores. As principais ações do tripé da sustentabilidade são:

1. Progresso social: Crescimento das pessoas em sociedade

Deve considerar as necessidades sociais de todas as pessoas que de alguma maneira estão envolvidas no negócio. Proprietário da fazenda, colaboradores e seus familiares, fornecedores e afins devem ter condições para crescerem como profissionais e como cidadãos (mantendo a qualidade de vida). Para isso, devem ser criadas ações sociais que deem condições para que haja um crescimento sustentável de todos os envolvidos (direta ou indiretamente) com a produção leiteira.

2. Progresso Ambiental: aliando produtividade com sustentabilidade

O progresso ambiental consiste basicamente em utilizar os recursos naturais oferecidos de maneira bastante criteriosa para produzir, tornando a atividade mais sustentável e melhorando a relação entre o desenvolvimento produtivo com o meio ambiente.

Muitos órgãos (nacionais e internacionais) consideram a pecuária brasileira como uma das vilãs do meio ambiente mundial, citando-a como uma das mais agressivas ao meio ambiente.

Dados de estudos recentes dizem que essa pressão internacional não é totalmente verdadeira, mas mesmo assim precisamos nos conscientizar e criar estratégias para minimizar o nível das emissões de gases ao ambiente. Para isso, devemos melhorar a qualidade das rações animais, além de investir em melhoramento genético, visando melhora na eficiência da conversão de kg de alimento para litro leite.

Para um desenvolvimento sustentável na produção de leite faz-se importante criar métodos para manejar os desejos, para que estes não venham a agredir o meio ambiente e até gerem mais renda, como é o caso da produção de biogás por meio de dejetos de vacas leiteiras.

3. Progresso econômico: O objetivo central da atividade também deve ser sustentável

A verdadeira sustentabilidade deve sim priorizar os cuidados com o ambiente, mas precisa ter seu alicerce no desenvolvimento econômico. É praticamente impossível uma fazenda se sustentar por muito tempo sem que haja lucro, mesmo que todas as ações que visem os cuidados com o ambiente sejam seguidas a risca.

Portanto, para que a fazenda leiteira seja realmente sustentável ela precisa também dar lucro. E essa lucratividade será conseguida através de processos eficientes.

O manejo alimentar, sanitário, reprodutivo e de dejetos, além da compra de insumos e a gestão de pessoas devem ponderar a eficiência econômica que o negócio pede. Nada adiantará investir muito dinheiro em ações sustentáveis se a atividade não conseguir ser financeiramente sustentável.

Vale a pena investir em fazendas leiteiras sustentáveis?

Você, como fazendeiro de leite, deve se perguntar: Meu lucro gira em torno dos centavos por livro, o investimento em ações sustentáveis poderá fazer com que eu perca esse pouco que ganho, será que vale a pena investir nisso?

Respondemos, vale sim!

Como visto até agora, o investimento em ações sustentáveis é ótimo para os 3 pilares (social, ambiental e econômico) e se bem conduzida, a sustentabilidade trará também o reconhecimento dos compradores do seu leite.

Dizemos isso, pois muitos laticínios já estão começando a considerar a compra de leite de fazendas leiteiras que estão se preocupando com meio ambiente e com a área social dos empreendimentos leiteiros. Aquela propriedade que oferecer produtos lácteos com esses cuidados, certamente terá o reconhecimento do mercado, que pagará mais e melhor.

Além disso, com vistas ao Seguro Rural, a sustentabilidade tenderá a ser um diferencial para àquelas propriedades que procurem contratar um seguro da propriedade ou das benfeitorias. Com a real tendência de redução dos riscos, os prêmios do seguro também tendem a cair, tornando-os mais vantajosos ao produtor rural.

 

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Você pode controlar e reduzir custos

Com certeza todos devem saber o porquê da redução de custos, dentre eles estão:

  • Ter maior lucro
  • Aumentar margem líquida
  • Aumentar lucratividade e rentabilidade
  • Ser mais competitivo
  • Ser mais eficiente
  • E principalmente se manter no mercado

O primeiro passo é conhecer esses custos, para isso é imprescindível anotar todas as despesas, por mais pequenas que sejam, no final do mês podem representar um grande valor.

A partir do momento que são identificadas as despesas o gestor consegue visualizar os valores representativos e pode estudar alguma forma para reduzi-los.

Nesse sentido o sistema Leigado poderá auxiliá-los da seguinte forma:

Na tela de contas a pagar e receber você terá disponível todas as despesas e receitas separadas por mês, podendo ter uma visão ampla de seu fluxo de caixa.

Também tem disponível opção de você agendar as contas, onde o sistema avisa o dia que tem que pagar ou receber, também essa opção está disponível no aplicativo, onde você poderá lançar as contas direto do aplicativo e também poderá observar o dia do pagamento.


Depois das contas lançadas, temos disponível um relatório onde poderá visualizar todas as receitas e despesas, e a porcentagem que cada categoria representa no orçamento, sendo possível filtrar por datas, ou seja, poderá visualizar por ano, por mês, por semana, etc…

Você pode aumentar sua produtividade

Na pecuária leiteira temos 5 pilares essenciais para uma boa produtividade e lucratividade, são eles: genética, nutrição, sanidade, manejo e gestão e nós da Leigado estamos aqui para auxiliar vocês na gestão de suas propriedades que por consequência estará interligado com todos os outros pilares, pois com uma boa gestão você consegue melhorar o manejo, controlar a sanidade, a genética e a nutrição.

Muitos produtores podem não perceber quando algo errado está acontecendo na propriedade, pois sabemos que são muitas as tarefas diárias que são necessárias para uma empresa rural funcionar e aí os prejuízos podem vir a acontecer, nesse sentido que nosso software de gestão consegue auxiliar os produtores, quando as informações estão centralizadas em uma só ferramenta fica muito mais fácil observar o que está errado e o que está correto e assim tomar decisões para aumentar a produção da propriedade.

Abaixo temos o relato da pecuarista Bibiana Oliveira Silva de Vila Nova do Sul – RS:

“Venho aqui agradecer, a vocês por ter a oportunidade de conhecer o trabalho de vocês, que tem me ajudado muito agora que estou podendo ver o prejuízos que tinha e não estava me dando por conta principalmente na parte reprodutiva, e agradecer muito a atenção de vocês e saber que tem pessoas que se preocupam o produtor. OBRIGADO”

Faça como a Bibiana e centenas de outros produtores no Brasil, tome decisões com base em informações e consiga reduzir seus custos e aumentar sua produtividade.

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Com o Leigado você pode organizar melhor sua propriedade

Definição de organização: É a forma como se dispõe um sistema para atingir os resultados pretendidos, pode ser formado por uma ou mais pessoas e que executem funções controladas e coordenadas para chegar a um objetivo.

Então como podemos organizar nossa propriedade leiteira?

Devemos distribuir as tarefas e atribuí-las entre todos os envolvidos na produção, seja entre a família ou entre os funcionários independente do tamanho da propriedade.

Aqui iremos focar na organização dos dados zootécnicos e financeiros pois queremos mostrar os benefícios que nosso sistema de gestão para propriedades leiteiras tem a oferecer.

O primeiro benefício de você ter uma ferramenta como essa seria a questão de os dados estarem todos no mesmo local, com apenas alguns cliques você consegue consultar dados reprodutivos, produtivos, sanitários, financeiro entre outros. Diversas vezes observamos em propriedades os dados espalhados em vários cadernos, pastas etc, quando os produtores são questionados sobre uma data prevista de parição ou algo nesse sentido ele precisa folhar várias páginas, olhar em vários cadernos até encontrar e isso leva um bom tempo, isso também ocorre quando um veterinário ou assistente técnico irá fazer uma visita, no momento em que ele requisita alguma informação o processo para encontrar essa informação é demorado e muitas vezes a informação nem é confiável.

Com o sistema da Leigado todos os dados estarão em nuvem, tecnologia atual e moderna que garante segurança dos dados, pois se um computador ou celular estragar ou até mesmo for roubado, seus dados não serão perdidos e também poderá ser acessado de qualquer lugar.

Outra vantagem do Leigado é que ele irá te alertar sobre diversas tarefas, como data para secar uma vaca, data para pré parto, data para inseminar um animal etc.

Como fazer para que isso aconteça na prática? É simples, dedicar alguns minutos por dia para inserir os dados no sistema, dados esses que podem ser coletados pelo nosso aplicativo para celulares e tablets ou também poderá ser coletado em papéis mesmo, de forma simples e depois que estiver em casa em frente a um computador fazer a transferência desses dados para o sistema. Esses dados podem ser inseridos pelos funcionários, proprietários, gerentes ou até mesmo pelos filhos dos produtores, porque não estimulá-los a ajudar na gestão da propriedade e quem sabe fortalecer a vontade de ficar trabalhando na propriedade?

Convidamos a todos a testar nosso sistema e conferir na prática esses benefícios citados e muitos outros que temos disponível.

 

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Cresce a presença feminina no agronegócio

* Esta matéria foi originalmente publicado pela Uagro

A participação das mulheres no agronegócio está mais evidente. De 2013 a 2017, a presença feminina em cargos de decisão nas empresas do agro saltou de 10 para 31%. Os dados são da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA) e fazem parte da “Pesquisa Hábitos do Produtor Rural”, divulgada hoje (31).

Participação das mulheres em cargos de liderança no agro cresceu nos últimos quatro anos

“As novas gerações de produtores rurais e as mulheres têm tido papel cada vez mais importante no crescimento do agronegócio brasileiro, segmento que representa 23% do Produto Interno Bruto nacional”, destaca o comunicado divulgado pela entidade.

A pesquisa que ouviu quase 3 mil pessoas em 15 estados traça um perfil do produtor rural no País com dados interessantes: a média de idade dos agricultores brasileiros recuou em relação a 2013 e hoje é de 46,5 anos. Em relação à escolaridade, um pequeno percentual dos entrevistados possui ensino superior (21%). Desse total, 42% estão voltados para a área de agronomia.

Produção tecnológica

O levantamento da ABMRA mostrou que os produtores rurais estão cada vez mais preocupados em adotar ações tecnológicas no seu dia a dia. Por isso, eles buscam cada vez mais conhecimento para levar ao campo. E para eles se atualizaram, o evento de maior interesse para 54% dos entrevistados é o dia de campo, seguido pelas feiras agropecuárias (22%) e as palestras técnicas (16%).

Orgulho

E nós da Leigado – Inteligência para pecuária temos o maior orgulho de contar em nossa carteira de clientes diversas mulheres preocupadas em utilizar a tecnologia ao seu favor e fazer uma gestão mais facilitada em suas propriedades e propriedades que prestam assistência técnica.

Parabéns as mulheres do Agronegócio.

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