Como o condomínio Parzianello aumentou sua produção em 27%

Localizada na Região Sudoeste do Estado do Paraná, mais precisamente na cidade de Chopinzinho, o Condomínio Parzianello desenvolve a atividade leiteira há sete anos, atualmente com 55 vacas em lactação da raça holandesa, com produção de 1.250 litros diariamente a propriedade também desenvolve atividade agrícola, recria e engorda dos machos nascidos na propriedade.

Cliente desde agosto de 2016, conheceu a Leigado em um grupo de WhatsApp, acessou o site e realizou um teste gratuito, sem saber que seria a solução para o seu problema com o controle de dados.

Diante de uma dificuldade de interpretar as informações, as quais, vinham sendo anotados em agendas e planilhas de Excel a cinco anos, Mauricio foi em busca de tecnologia para facilitar as tomadas de decisões no cotidiano da propriedade. O que mais contou na hora de escolher a Leigado foi o fato de ser um sistema desenvolvido especificamente para propriedades Leiteiras, além de estar em constante atualização e sempre abertos as sugestões e solicitações dos clientes.

Outro fator que contou bastante foi o baixo custo de investimento, de R$75,00 ao mês (R$900,00 por ano), recuperado em pouco tempo. Com o auxílio do sistema foi possível interpretar os dados, facilitar as anotações e economizar tempo, pois o mesmo conta com o a aplicativo, que funciona offline, permitindo coletar os dados sempre na hora, sem que nada fique sem anotar. Maurício relata que, quanto mais tempo se trabalha com o software, maior é o retorno sobre o investimento e mais clara fica sua importância.

Após contratar o sistema, o Condomínio teve melhoras na produtividade, pois o mesmo possibilitou conhecer os números possibilitando melhorá-los, como por exemplo o IEP (intervalo entre partos) que foi diminuído em 20 dias, representando que, na média o rebanho é inseminado 20 dias antes. Antecipar 20 dias uma gestação, representa uma menor perda com produção no final da lactação, uma dose de sêmen a menos que se gastou para se emprenhar uma vaca, um menor custo com reprodução. “Depois do sistema temos mais cuidado com as datas, as quais as vacas estão sendo inseminadas pois, o sistema emite avisos diariamente, auxiliando no cuidado com os manejos reprodutivos”.

Outro índice é o DEL médio (dias em Lactação) onde o plantel sai de um índice de 198 para 181 dias o que seria ideal, pois acima deste as vacas diminuem naturalmente 0,07 litros, se tendo um ganho médio de 1,19 litros apenas melhorando índices reprodutivos, que foram acompanhados com mais facilidade, pois o sistema calcula diariamente os índices.

Isto representa na produção de um plantel de 55 vacas, aproximadamente 65,5 litros de leite a mais por dia, totalizando em um mês 1.965 litros. Com base no preço médio, pago por litro de leite no Paraná durante o ano de 2018, o qual, foi de R$ 1,13 (CONSELEITE-PR) o faturamento mensal aumentou em R$ 2.220,45 por mês sem aumentar o rebanho e sem alterar a alimentação. Isso significa que em apenas um mês a Agrícola Parzianello consegue pagar o investimento do sistema para 2 anos e meio.

A média de produção do rebanho total que era de 22,5 passou para 28,6 litros, um aumento de 6,1 litros de média permitido pela análise sempre em mãos, a qual é realizada pelo sistema.

Maurício: “O investimento em tecnologia ajudou no aumento da produtividade pois através dos relatórios são observados os pontos que devemos ter atenção, conseguimos melhorar a produtividade e otimizar os custos fixos”.

Outro fator importante a ser considerado é o módulo financeiro, que permite adaptar os custos de acordo com a realidade da propriedade, permitindo extrair relatórios de gastos de acordo com cada categoria as quais, podem ser criadas dentro do sistema.

Fazer gestão nada mais é do que se ter controle do que se gasta, o quanto se ganha, conhecer as informações dos animais, saber quais atividades foram realizadas, ter metas e objetivos traçados, anotar tudo é extremamente importante, mas não basta só anotar as informações, as mesmas devem ser interpretadas para servir de ferramentas para melhorar a lucratividade.

Faça como o Mauricio Parzianello, utilize o sistema Leigado e obtenha melhores resultados em sua propriedade leiteira.

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Prejuizos causados pela mastite

É muito importante estimar os prejuízos e impactos causados pelas doenças do rebanho, principalmente sobre a mastite que é uma enfermidade comum e com grande impacto em rebanhos leiteiros.

Os casos clínicos são percebidos com maior facilidade pelos produtores, pois os sinais são evidentes e o leite produzido é descartado, porém os casos subclínicos não são tão evidentes e estimar os prejuízos e impactos fica mais complicado pois essa doença não causa alterações visuais no leite ou úbere da vaca.

Por meio da contagem de células somáticas (CCS) é possível fazer a detecção da mastite subclínica, o aumento das células somáticas é feita pela própria defesa do animal em resposta a uma infecção intramamária, então é de suma importância realizar controle de CCS por animal individual para que possa identificar possíveis casos de mastite subclínica.

Os custos associados aos casos de mastite não incluem apenas o leite descartado mas também o quanto a vaca deixa de produzir além de outros custos como medicamentos, mão de obra extra, orientação técnica e em últimos casos até o descarte e reposição do animal.

Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade Nacional de Río Cuarto, Argentina, realizou uma avaliação econômica dos custos diretos diários e as despesas de controle e prevenção associados a mastite. A pesquisa foi realizada em 48 rebanhos leiteiros (média de 128 vacas Holandesas em lactação e 17,5 Kg/vaca/dia) um total de 1.955 vacas da região de Córdoba, bacia leiteira que representa 65% dos produtores argentinos.

A perda média da produção de leite ocasionada pela mastite subclínica foi 2,8 litros/vaca/dia, o que representou um custo de US$ 0,99/vaca/dia. Por outro lado, a perda média de produção de leite devido a casos de mastite clínica foi menor do que a subclínica, 0,12 litros/vaca/dia, o que representou um custo de US$ 0,04/vaca/dia. A média de despesas oriundas do controle e prevenção da mastite foi US$ 0,059/vaca/dia. Dentre essas despesas, a terapia de secagem foi a que apresentou maior quantia (US$ 0,047/vaca/dia), seguido do tratamento para mastite clínica (US$ 0,006/vaca/dia). Em 50% dos rebanhos leiteiros do estudo, o custo total associado a casos de mastite foi de US$ 1,04 vaca/dia, podendo chegar a US$ 1,20 vaca/dia.

Podemos concluir que as perdas econômicas ocasionadas pela mastite variam com o tipo de mastite, frequência, gravidade, duração da doença e o nível de produção do rebanho leiteiro. Isso explica porque o custo variam muito entre os rebanhos e podemos constatar que a mastite subclínica é o tipo que ocasiona as maiores perdas na produção leiteira que pode representar 15 a 24% da renda bruta. Também constatamos a importância de um bom manejo sanitário a fim de prevenir as mastites e o controle da CCS por animal.

Fonte: VISSIO, C et al . Archivos de medicina veterinaria. v. 47, n. 1, p. 7-14, 2015 (artigo completo: //www.scielo.cl/pdf/amv/v47n1/art03.pdf)

Milkpoint: //www.milkpoint.com.br/colunas/marco-veiga-dos-santos/perdas-economicas-e-custos-do-controle-da-mastite-em-rebanhos-leiteiros-205877n.aspx

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Calendário de Tarefas

A comunicação tem se tornado a cada dia um item chave para o sucesso nas empresas, tanto no âmbito urbano quanto nas empresas rurais inclusive nas propriedades produtoras de gado leiteiro, a sua capacidade de se organizar de forma eficaz pode se tornar um diferencial que irá refletir em menores custos e maior eficiência de suas tarefas rotineiras.

Pensando nisso a Leigado desenvolveu o calendário de tarefas onde você poderá cadastrar qualquer tipo de atividade a ser feita na propriedade, como por exemplo: arrumar a cerca, trocar bebedouro de local, etc…

Dessa forma você poderá visualizar todas as tarefas a serem feitas e não irá esquecê-las, pois o sistema irá gerar um lembrete na lista de tarefas e também o aplicativo emitirá um alerta quando chegar na data agendada.

Futuramente esse calendário de tarefas terá novas funcionalidades, como por exemplo, indicar um responsável para cada tarefa, que pode ser os funcionários, também poderá marcar o horário a ser feito a tarefa e também estará disponível para ser criada por meio do aplicativo e todos poderão visualizar o calendário completo nele.

Então não deixe suas tarefas ficarem esquecidas, utilize o Leigado sistema de gestão para gado leiteiro e obtenha um melhor resultado em sua propriedade.

Confira esse e muitos outros benefícios que nosso sistema tem a lhe oferecer.

 

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Controle Financeiro

Você tem ideia de quantos reais você gasta com medicamentos todos os meses? Sabe qual foi seu faturamento no ano passado? Esse mês seu caixa ficou positivo ou negativo?

Todas essas informações são importantes para as tomadas de decisão na sua propriedade leiteira, são os pequenos detalhes que fazem a diferença.

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Eficiência Reprodutiva

A eficiência reprodutiva afeta diretamente na lucratividade, pois uma reprodução ineficiente reduz a produção de leite, reduz o número de novilhas para reposição e também aumenta os gastos com sêmen, medicamentos e serviços veterinários.

Então quais seriam os principais índices a serem avaliados e o que podemos fazer para melhorar isso.

O primeiro item que consideramos importante é a idade do primeiro parto, o ideal seria aos 24 meses de idade, para que isso se concretize é necessário que a inseminação seja feita aos 15 meses, mas temos que lembrar que o animal deverá estar com 90% do seu peso adulto para que seja inseminado e tenha uma boa gestação, por isso é importante acompanhar a evolução de peso das bezerras e ter uma alimentação adequada, pois quanto mais cedo essa novilha parir mais cedo ela irá produzir leite, com isso o gasto com alimentação irá valer a pena.

O segundo item que devemos ter em mente é o intervalo entre partos, para animais com dois ou mais partos, o ideal é que esse índice esteja entre 11,8 e 13 meses, para que isso aconteça é necessário que as vacas estejam sadias após o período voluntário de espera e seja inseminada no tempo certo, dessa forma conseguimos ter uma cria por ano, manter a produção e ainda gerar animais para reposição.

Outros índices importantes de serem acompanhados são: eficiência dos sêmens, dos embriões, touros e dos inseminadores, muitos produtores que não anotam esses dados ou aqueles que anotam mas não conseguem extrair informações desses dados podem estar tendo prejuízos na parte reprodutiva, ou seja, um sêmen que foi utilizado em 20 vacas e todas as inseminações foram feitas pelo menos inseminador e apenas 5 vacas ficaram prenhas, isso quer dizer que apenas 25% dos animais tiveram sucesso e 75% falharam, essa informação é muito importante para se tomar uma decisão, de não utilizar mais esse sêmen ou então treinar melhor o inseminador ou alguma outra ação para melhorar esse índice, então lembre-se de sempre anotar esses simples dados para melhorar a eficiência reprodutiva de sua propriedade.

Se você quiser uma ferramenta para auxiliar nessas questões, utilize o Leigado, inserindo poucos dados no sistema você terá de forma automática muitas informações que irão auxiliar na tomada de decisão e você poderá ter uma maior rentabilidade em sua propriedade de gado leiteiro.

 

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Quais são as vantagens da utilização da transferência de embriões em gado leiteiro?

Sabe-se que a seleção de um animal para reprodução, está diretamente atrelada a sua produção. Uma técnica que vem crescendo de forma considerável no Brasil, possuindo um grande número de produtores de leite adeptos, é a transferência de embriões. Esta permite que seja realizado melhoramento genético dos animais, ao mesmo tempo que  garante o nascimento  de um maior número de fêmeas.

Mesmo sendo um pouco mais custosa que a inseminação artificial, a transferência de embriões pode trazer melhores resultados reprodutivos à fazenda. Além disso essa técnica permite diminuir em, pelo menos, 10 anos a seleção e melhoramento genético, aumentando a produção e a qualidade do leite em um menor espaço de tempo.

Considerada uma biotecnologia, a transferência de embriões tem o intuito de otimizar a obtenção de crias de animais com uma melhor genética. Para isso, seleciona-se uma fêmea com genética superior, estimula-se a ovulação da mesma, através de tratamentos hormonais, a fim de que ela produza vários óvulos. Em seguida é feita a inseminação desse animal e após uma semana é feita a lavagem uterina para recuperar os embriões. Estes embriões podem ser transferidos para mães de aluguel ou congelados e armazenados em bancos de embriões.

A coleta dos embriões pode ser feita, a cada sessenta dias, em média cada coleta traz entorno de seis embriões viáveis para transferência. Por se tratar de um procedimento relativamente caro e  a taxa de concepção dos embriões transferidos  girar em torno de 50 e 60%, recomenda-se que seja utilizada em animais com melhor genética.

Desta forma um animal com genes superior, ao invés de ter uma única cria por ano, como é o caso das técnicas de monta natural e inseminação artificial, poderá ter anualmente, de dez a vinte bezerros sem a necessidade de passar por gestação e parto.

Que tal controlar as transferências de embrião no sistema Leigado – Inteligência para Pecuária?

Aproveite melhor seu gado leiteiro, controlando todos os índices zootécnicos e financeiros com nossa ferramenta.

Fontes: //goo.gl/7m4v54

//goo.gl/1D1saE

 

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