Conforto térmico para vacas leiteiras

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Vacas leiteiras necessitam de ambiente que propicie as condições mínimas para a sua produção. Estes que são capazes de perceberem pequenos aumentos de temperatura e umidade, ao ponto de permanecerem mais tempo à sombra nos momentos mais quentes do dia, e também reduzem o consumo de alimento, conseqüentemente a produção leiteira e a fertilidade destes é diminuída. Causando um prejuízo significativo direto ao produtor.

Vacas leiteiras sob estresse térmico têm o seu desempenho produtivo e reprodutivo reduzido como consequência do acionamento dos mecanismos que regulam a temperatura corporal.

Ruminantes afetados por estresse de calor tendem a reduzir a ingestão de forragem volumosa, reduzindo a ingestão de matéria seca em aproximadamente 25% na tentativa de minimizar a produção de calor. O aumento da frequência respiratória e da ofegação são mecanismos fisiológicos importantes para perda de calor. No entanto, esses fatores utilizam gasto de energia, resultando no aumento da mantença diária de bovinos de leite de 7 para 25%, o que resulta também em produção de calor e perda de produtividade.

Com a temperatura ambiente acima de 30°C, o animal diminui a ingestão de alimentos e a produção de leite cai, e há um aumento de taxa respiratória, aumento dos batimentos cardíacos, sudorese, aumento na ingestão de água, diminuição na ingestão de alimentos e pastejo e ocorre a  procura por sombra e locais frescos.

Controle do estresse calórico:

O uso de instalações que reduzem a temperatura pode melhorar tanto a produção de leite como a taxa de prenhez desses animais.

É muito importante uma ventilação eficiente, desde as orientações das instalações até as árvores para o sombreamento adequado da área onde os animais permanecem.

Visando uma temperatura e conforto adequado, algumas medidas de sombreamento artificial, como uso de sombrites e aspersão de água são adotadas e muito bem sussedidas na prática. A técnica de aspersão utilizada em galpões tipo free stall, compost barn ou  sala de espera de ordenha pode proporcionar um aumento de 3% na produção de leite. Essa diferença na produção, apesar de pouco significativa, representa um aumento de 5,8% na receita mensal.

Visando um conforto térmico algumas medidas no manejo e ambientes podem ser tomadas:

  1. Plantio de árvores para um sombreamento natural e eficiente, pode-se adotar praticas silvipastorís visando também uma utilização florestal e agrícola da terra;
  1. Construção de sombra, utilizando sombrites por exemplo, nas áreas de descanso e sala de espera;
  1. Água fresca, limpa e a vontade a todos os lotes de animais;
  1. Reduzir distâncias que os animais precisam percorrer para se alimentar, beber ou ir para a ordenha; posicionando cochos e bebedouros em locais estratégicos;
  1. Reduzir o tempo na sala de espera;

6. Melhorar ventilação e resfriamento na sala de espera;

7. Instalar sistema de resfriamento em free stall e compost barn.

Fique atento e evite perdas produtivas e reprodutivas de seus animais, e ainda garanta um conforto e bem estar dos mesmos, o resultado virá em alta produtividade.

 

Jéssica Guzzo de Godois, Zootecnista Leigado Inteligência para Pecuária.

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Diagnóstico de Gestação

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Dentro de uma propriedade leiteira, o diagnóstico de gestação é um fator primordial. Para um controle reprodutivo de qualidade é imprescindível a realização do diagnóstico precoce da gestação, tanto para identificar as vacas prenhas como para detectar problemas reprodutivos e tratá-los logo no início.

Ao realizar o manejo reprodutivo das vacas, seja por inseminação artificial ou não, é muito importante detectar se o processo foi eficaz e se realmente aconteceu à concepção, evitando assim, manter por muito tempo uma vaca sem estar prenha, ou vazia, como costuma-se dizer. O diagnóstico de gestação é realizado para que esse procedimento seja controlado e atualmente é o método mais utilizado, devido a sua eficiência na detecção da prenhes. Ele identifica as vacas que não ficaram prenhas, permitindo a busca dos problemas que resultaram nisso. Desta forma, fica mais fácil tomar decisões para descarte por infertilidade ou realizar tratamentos medicamentosos nesses animais.

Além disso, a identificação das vacas prenhas permite a realização de um planejamento, possibilitando um cuidado diferenciado com a alimentação e manejos realizados nas gestantes. Prevenindo, também, doenças metabólicas e fazendo com que a futura bezerra se desenvolva da melhor forma possível, visando a reposição de plantel no futuro.

Para facilitar o trabalho do veterinário ou assistente técnico no momento desse diagnóstico, a Leigado – Inteligência para Pecuária criou uma tela exclusiva para este fim, onde pode ser listado todas as novilhas e as vacas em lactação, apresentando informações como: Data do último parto; dias em lactação; data da última inseminação ou cobertura; número de inseminações aplicadas; touro utilizado; status (prenha, vazia, liberada ou em aberto), quantos dias está prenha; e observações para o diagnóstico de gestação. Isso tudo deixa na vantagem os médicos veterinários, zootecnistas, técnicos e também produtores.

  • Dica: O relatório pode ser impresso e utilizado durante o processo de ultrassom. Caso tenha acesso a internet no local do ultrassom, a alteração do status ainda pode ser feita online.

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Jéssica Guzzo de Godois, Zootecnista Leigado Inteligência para Pecuária.

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