Intervalos Entre Partos (IEP)

Na grande maioria das propriedades produtoras de leite, os dados ainda são todos anotados em papeis, mas há algum problema em anotar em papel?
Não há problema algum, antes anotar em papel a não anotar em lugar nenhum, porém, de que adianta ter toda aquela pilha de papel se não podemos extrair nada que favoreça a gestão da fazenda? Os fichários não fazem cálculos sozinhos, portanto, na maioria das vezes não temos conhecimento de importantes números, sendo um deles o intervalo entre os partos.
O intervalo entre partos é um índice reprodutivo que deve ser avaliado constantemente, o ideal seria que o mesmo fosse de 12 meses, ou seja cada vaca deve ter um parto por ano. Para que isso ocorra, os dias em aberto devem ser até os 85 dias após o parto.
Para a atividade leiteira ser viável devemos manter um bom ciclo reprodutivo, sendo as vacas dependentes de partos para produzir leite, e quando o intervalo entre partos é prolongado acaba-se tendo perdas com produção, pois, é natural que conforme vai se passando os dias após o parto, os animais baixem inevitavelmente a produção,  sendo que este não é o único fator a ser considerado, o número de crias também diminui, as quais podem ser utilizadas como reposição ou comercializadas.
Vamos observar um exemplo entre dois panoramas, uma propriedade com 50 vacas com IEP de 12 meses e outro cenário da propriedade com um IEP de 18 meses, uma produção média de 20 litros por animal o que acumularia numa lactação de 6100 litros (305 dias).

Apenas uma vaca deixaria de produzir 9.150 litros durante a vida produtiva por animal e aproximadamente dois bezerros a menos. Em um rebanho de 50 vacas as perdas com produção são exageradamente grandes. Se contabilizarmos os 75 bezerros a menos e usarmos na lógica natural da probabilidade de 50% deles nascerem machos e 50% fêmeas a propriedade deixaria de criar 38 novilhas que poderiam ser comercializadas ou criadas para reposição do rebanho, sem contabilizarmos o descarte precoce que acaba ocorrendo devido à ineficiência reprodutiva dos animais. E quando não temos estes números, não é possível identificar os erros e desta forma corrigi-los.
Anotar, calcular e decidir são os passos para uma gestão de sucesso na atividade leiteira.

Jucemara Rösler, Zootecnista e Gerente Comercial da Leigado – Inteligência para Pecuária

Cadastre-se gratuitamente em: www.leigado.com.br e confira todos os benefícios para uma boa gestão em sua propriedade de gado leiteiro.

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

Instagram: //www.instagram.com/leigado

A Importância dos Cuidados na Ordenha

 

 

 

A ordenha talvez seja a atividade mais importante desenvolvida em uma propriedade leiteira. É o momento em que somos recompensados pelos esforços realizados diariamente. É durante a ordenha que comprovamos a eficiência: do manejo adotado, da dieta, da criação das bezerras e até a saúde do animal.
A ordenha deve ser vista não apenas como o ato de “tirar o leite”, mas com o ato de produzir alimentos, os quais serão ingeridos por adultos, crianças, pessoas enfermas entre outras categorias. Por este motivo se exige tanto da qualidade do leite entregue ao laticínio e o momento da ordenha dever ser levado a sério.

As vacas são animais dependentes de rotina. Para uma ordenha mais eficiente o ideal é ser realizado sempre com o mesmo intervalo de tempo, por exemplo: 12 em 12 horas quando são realizadas duas ordenhas ou de 8 em 8 horas quando o sistema adotado é de três ordenhas diária, sempre iniciadas no mesmo horário todos os dias. Este simples ato, pode parecer insignificante, mas algumas pesquisas apontam que pode-se ter uma diferença de até dois litros de leite por animal em um único dia. Pelo motivo que, quando o úbere esta cheio de leite o mesmo exerce uma pressão nas paredes as quais inibem a produção de leite e como o tempo até a outra ordenha é menor ela acaba não tendo tempo suficiente para encher o úbere.
Além de uma boa rotina, deve-se ter cuidado no momento da condução dos animais a sala de ordenha, da maneira mais calma possível não provocando estresse ao animal.

No momento da higienização dos tetos e úberes dos animais, deve-se utilizar água potável, seguido de uma desinfecção com produtos de rápida ativação. Recomenda-se sempre ter cuidando para que animais que apresentem algum tipo de mastite sejam ordenhados por ultimo, para se evitar contaminação dos demais. Quando este manejo não puder ser evitado, sugere-se que se tenha sempre algum produto para realizar a desinfecção do conjunto de ordenha, para se evitar uma contaminação do leite e dos animais. Após ser higienizado os tetos devem ser secados com papel toalha para eliminar os resíduo da sujeira e dos produtos. No final da ordenha recomenda-se que se utilize um produto para a fazer a selagem do teto, impedindo que bactérias adentrem o canal evitando mastites.  O ordenhador também deve ter um cuidado com a sua higiene pessoal para que se evite contaminação para que  seja produzido um leite mais saudável para o consumo humano.

Cadastre-se gratuitamente em: www.leigado.com.br e confira todos os benefícios para uma boa gestão em sua propriedade de gado leiteiro.

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

Instagram: https://www.instagram.com/leigado

O impacto da temperatura na produção leiteira.

O estresse calórico é o principal desafio encontrado na atividade leiteira no Brasil, onde dois terços do território apresenta clima tropical predominantemente quente e úmido em quase todo o decorrer do ano, com temperaturas que variam de -1,4°C a 39,7°C, as quais foram registradas no ano de 2017 em Bom jardim da Serra- SC (13/06/2017) e em Palmas – TO (06/08/2017), respectivamente.
As vacas com aptidão leiteira apresentam sensibilidade a climas tropicais pelo fato das temperaturas ultrapassarem a zona de conforto que é entre 4°C a 24°C, dependendo da umidade do ar (Nääs,1989). Ultrapassando esta faixa os animais acabam sofrendo um estresse calórico o qual afeta a sua produção de leite e outros índices zootécnicos. Durante épocas de altas temperaturas os animais apresentam um aumento no consumo de água, uma baixa na ingestão de MS (matéria seca), como consequência acabam desbalanceando a sua dieta e baixando a imunidade, estando propícios a doenças como por exemplo as mastites ambientais, as quais causam danos irreparáveis como descartes precoces, baixa taxa de prenhez e baixa de produção. As perdas com produção podem variar de 17% a 22% (Pinarelli, 2003), sendo os animais mais afetados os de maior produção. Durante épocas em que as temperaturas se encontram acima de 20°C os animais não conseguem realizar a troca de calor com o ambiente permanecendo com a temperatura corporal maior do que o normal, afetando a reprodução do rebanho, onde as taxas de concepção são reduzidas a 10-15% (Thatcher et al.2003).
Se fizermos uma conta apenas com as perdas com produção podemos observar que as mesmas são bem consideráveis. Vamos tomar como exemplo uma propriedade com 30 animais em lactação, com uma média de produção de 25 litros/vacas/dia, totalizando por dia 750 litros, sendo o preço recebido por litro de leite RS 1,30.
Se a produção baixar 17% serão 127,5 litros que não serão produzidos por dia, os quais poderiam ser vendidos a R$ 1,30 totalizando R$ 128,80 por dia, em um mês o faturamento diminui R$ 3.864,00.
Em outra comparação as perdas são de 22%, em um dia deixaram de ser produzidos 165 litros, contabilizados a R$ 1,30 serão menos R$ 214,50 por dia, durante um mês deixaria de ser faturados R$ 6.435,00. Sem contabilizarmos outros fatores como as mastites ambientais e os baixos índices de concepção.
Uma alternativa para reduzir estas perdas seria instalar um simples sistema de resfriamento por aspersão na sala de ordenha, o qual teria um investimento entre R$ 5.500,00 a R$ 6.000,00, já com ventiladores, bicos de aspersão, bomba de água, comando elétrico, canos de PVC, fiação e mão de obra. O investimento se pagaria somente com o leite que deixaria de ser produzido na segunda situação e ainda estaria proporcionando um maior conforto para os animais.

Referências Bibliográficas

Thatcher, W. W.; Guzeloglu, A.; Mekle, A. Kamimura, S. Bilby, T. R.;Kowalski, A. A.; Badinga,  L.; Pershing, R. Bartolomeu, J.; Santos, J. E. Regulation of embryo survival in cattle. Reproduction Suplement, n.61,p.253-266, 2003.

PINARELLI, C. The effect of heat stress on milk yield. Latte, Milan, v. 28, n. 12, p. 36-38, 2003.

NÄÄS, I. Princípios de conforto térmico na produção animal. São Paulo: Ícone, 1989.

 

Cadastre-se gratuitamente em: www.leigado.com.br e confira todos os benefícios para uma boa gestão em sua propriedade de gado leiteiro.

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

Instagram: https://www.instagram.com/leigado

 

Você acompanha a evolução do peso das futuras vacas?

Mas por que é tão importante saber essas informações?

As novilhas devem ter uma produtividade melhor do que suas mães, pois na maioria das vezes se investe em genética a qual representa um custo alto na atividade e se espera recuperar quando as mesmas iniciarem a sua lactação. Para que isto ocorra se faz necessário uma boa criação.

A evolução da altura e do peso das bezerras leiterias é a forma mais simples para se avaliar as práticas de criação e manejo desenvolvidas na fazenda, a altura representa o crescimento ósseo do animal, e o ganho de peso representa o crescimento de órgãos e músculos.

A prática é muito simples e deve ser realizada ao nascimento e acompanhada a cada 15 ou 30 dias. É realizada com uma fita métrica padrão desenvolvida especialmente para esta finalidade ou por meio de balança. De acordo com alguns estudos espera-se que as bezerras dobrem o peso do nascimento aos 60 dias de vida, um ganho aproximado de 1 kg/dia até os 120 dias e 0,9 kg/dia dos 121 a 180 dias.

O acompanhamento constante permite que sejam avaliadas rapidamente as práticas de manejo e criação, auxiliando na detecção de falhas no manejo.

Utilizando o sistema Leigado você controla facilmente o desenvolvimento de suas bezerras e novilhas pois o sistema gera um relatório comparando o padrão americano, canadense e brasileiro com os dados de sua fazenda. Assim fica fácil acompanhar a evolução de suas bezerras e novilhas.

Cadastre-se gratuitamente em: www.leigado.com.br e confira todos os benefícios para uma boa gestão em sua propriedade de gado leiteiro.

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

Instagram: https://www.instagram.com/leigado

 

Prejuizos causados pela mastite

É muito importante estimar os prejuízos e impactos causados pelas doenças do rebanho, principalmente sobre a mastite que é uma enfermidade comum e com grande impacto em rebanhos leiteiros.

Os casos clínicos são percebidos com maior facilidade pelos produtores, pois os sinais são evidentes e o leite produzido é descartado, porém os casos subclínicos não são tão evidentes e estimar os prejuízos e impactos fica mais complicado pois essa doença não causa alterações visuais no leite ou úbere da vaca.

Por meio da contagem de células somáticas (CCS) é possível fazer a detecção da mastite subclínica, o aumento das células somáticas é feita pela própria defesa do animal em resposta a uma infecção intramamária, então é de suma importância realizar controle de CCS por animal individual para que possa identificar possíveis casos de mastite subclínica.

Os custos associados aos casos de mastite não incluem apenas o leite descartado mas também o quanto a vaca deixa de produzir além de outros custos como medicamentos, mão de obra extra, orientação técnica e em últimos casos até o descarte e reposição do animal.

Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade Nacional de Río Cuarto, Argentina, realizou uma avaliação econômica dos custos diretos diários e as despesas de controle e prevenção associados a mastite. A pesquisa foi realizada em 48 rebanhos leiteiros (média de 128 vacas Holandesas em lactação e 17,5 Kg/vaca/dia) um total de 1.955 vacas da região de Córdoba, bacia leiteira que representa 65% dos produtores argentinos.

A perda média da produção de leite ocasionada pela mastite subclínica foi 2,8 litros/vaca/dia, o que representou um custo de US$ 0,99/vaca/dia. Por outro lado, a perda média de produção de leite devido a casos de mastite clínica foi menor do que a subclínica, 0,12 litros/vaca/dia, o que representou um custo de US$ 0,04/vaca/dia. A média de despesas oriundas do controle e prevenção da mastite foi US$ 0,059/vaca/dia. Dentre essas despesas, a terapia de secagem foi a que apresentou maior quantia (US$ 0,047/vaca/dia), seguido do tratamento para mastite clínica (US$ 0,006/vaca/dia). Em 50% dos rebanhos leiteiros do estudo, o custo total associado a casos de mastite foi de US$ 1,04 vaca/dia, podendo chegar a US$ 1,20 vaca/dia.

Podemos concluir que as perdas econômicas ocasionadas pela mastite variam com o tipo de mastite, frequência, gravidade, duração da doença e o nível de produção do rebanho leiteiro. Isso explica porque o custo variam muito entre os rebanhos e podemos constatar que a mastite subclínica é o tipo que ocasiona as maiores perdas na produção leiteira que pode representar 15 a 24% da renda bruta. Também constatamos a importância de um bom manejo sanitário a fim de prevenir as mastites e o controle da CCS por animal.

Fonte: VISSIO, C et al . Archivos de medicina veterinaria. v. 47, n. 1, p. 7-14, 2015 (artigo completo: http://www.scielo.cl/pdf/amv/v47n1/art03.pdf)

Milkpoint: https://www.milkpoint.com.br/colunas/marco-veiga-dos-santos/perdas-economicas-e-custos-do-controle-da-mastite-em-rebanhos-leiteiros-205877n.aspx

Cadastre-se gratuitamente em: www.leigado.com.br e confira todos os benefícios para uma boa gestão em sua propriedade de gado leiteiro.

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

Instagram: https://www.instagram.com/leigado

Inove e Lucre muito mais

A pecuária leiteira, como todos os outros ramos do agronegócio deve ser gerida como uma verdadeira empresa, somente dessa forma será possível identificar os possíveis problemas e soluções para obter uma melhor rentabilidade.

Atualmente muitos dados das propriedades são coletados e ficam armazenados em papéis ou planilhas dificultando a análise das informações para que seja possível tomar decisões.

Nos canais de comunicação muito se fala sobre gestão, pois percebemos que quem não fizer uma boa gestão de qualquer negócio está sujeito a deixar a atividade, não somente no meio do agronegócio mas também em qualquer outro ramo e com o avanço tecnológico ficou muito mais fácil de ser feito uma gestão completa das propriedades, pensando nisso a Leigado desenvolveu um software totalmente intuitivo e fácil de ser utilizado, o que traz grandes retornos para quem utiliza.

Com informações fáceis de serem visualizadas você pode identificar quais são os pontos a melhorar para que se obtenha uma melhor lucratividade, sem contar que o sistema auxilia muito no manejo do rebanho, informando as datas de secagem, datas de pré parto, de partos, de vacinas entre outros alertas.

Então convidamos vocês a testar nossa ferramenta e inovar na pecuária leiteira obtendo um maior lucro e se mantendo na atividade.

 

Cadastre-se gratuitamente www.leigado.com.br e confira seus benefícios.

WhatsApp:(46) 99983 1005

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

[GUIA] Assistência técnica em propriedades leiteiras. Como ser mais eficiente?

IMPERDÍVEL!

Para você que é médico veterinário, zootecnista, agrônomo, técnico agrícola ou algum outro profissional do agronegócio e que já presta assistência técnica em propriedades leiteiras ou está pensando em ingressar nessa área, esse guia irá te auxiliar a ser mais eficiente e prestar uma consultoria diferenciada.

Baixe GRÁTIS agora mesmo:
https://lucratividade.leigado.com.br/como-ser-mais-eficiente

Calendário de Tarefas

A comunicação tem se tornado a cada dia um item chave para o sucesso nas empresas, tanto no âmbito urbano quanto nas empresas rurais inclusive nas propriedades produtoras de gado leiteiro, a sua capacidade de se organizar de forma eficaz pode se tornar um diferencial que irá refletir em menores custos e maior eficiência de suas tarefas rotineiras.

Pensando nisso a Leigado desenvolveu o calendário de tarefas onde você poderá cadastrar qualquer tipo de atividade a ser feita na propriedade, como por exemplo: arrumar a cerca, trocar bebedouro de local, etc…

Dessa forma você poderá visualizar todas as tarefas a serem feitas e não irá esquecê-las, pois o sistema irá gerar um lembrete na lista de tarefas e também o aplicativo emitirá um alerta quando chegar na data agendada.

Futuramente esse calendário de tarefas terá novas funcionalidades, como por exemplo, indicar um responsável para cada tarefa, que pode ser os funcionários, também poderá marcar o horário a ser feito a tarefa e também estará disponível para ser criada por meio do aplicativo e todos poderão visualizar o calendário completo nele.

Então não deixe suas tarefas ficarem esquecidas, utilize o Leigado sistema de gestão para gado leiteiro e obtenha um melhor resultado em sua propriedade.

Confira esse e muitos outros benefícios que nosso sistema tem a lhe oferecer.

 

Cadastre-se gratuitamente em: www.leigado.com.br e confira todos os benefícios para uma boa gestão em sua propriedade de gado leiteiro.

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

Instagram: https://www.instagram.com/leigado

Controle Financeiro

Você tem ideia de quantos reais você gasta com medicamentos todos os meses? Sabe qual foi seu faturamento no ano passado? Esse mês seu caixa ficou positivo ou negativo?

Todas essas informações são importantes para as tomadas de decisão na sua propriedade leiteira, são os pequenos detalhes que fazem a diferença.

Tenha essas informações e muito mais em suas mãos, acesse: www.leigado.com.br e comece a utilizar agora mesmo o melhor sistema de gestão para propriedades leiteiras. #GestãoLeigado

Quer ter mais lucratividade na pecuária leiteira?

Cadastre-se gratuitamente em: www.leigado.com.br e confira todos os benefícios para uma boa gestão em sua propriedade de gado leiteiro.

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

Instagram: https://www.instagram.com/leigado

 

Eficiência Reprodutiva

A eficiência reprodutiva afeta diretamente na lucratividade, pois uma reprodução ineficiente reduz a produção de leite, reduz o número de novilhas para reposição e também aumenta os gastos com sêmen, medicamentos e serviços veterinários.

Então quais seriam os principais índices a serem avaliados e o que podemos fazer para melhorar isso.

O primeiro item que consideramos importante é a idade do primeiro parto, o ideal seria aos 24 meses de idade, para que isso se concretize é necessário que a inseminação seja feita aos 15 meses, mas temos que lembrar que o animal deverá estar com 90% do seu peso adulto para que seja inseminado e tenha uma boa gestação, por isso é importante acompanhar a evolução de peso das bezerras e ter uma alimentação adequada, pois quanto mais cedo essa novilha parir mais cedo ela irá produzir leite, com isso o gasto com alimentação irá valer a pena.

O segundo item que devemos ter em mente é o intervalo entre partos, para animais com dois ou mais partos, o ideal é que esse índice esteja entre 11,8 e 13 meses, para que isso aconteça é necessário que as vacas estejam sadias após o período voluntário de espera e seja inseminada no tempo certo, dessa forma conseguimos ter uma cria por ano, manter a produção e ainda gerar animais para reposição.

Outros índices importantes de serem acompanhados são: eficiência dos sêmens, dos embriões, touros e dos inseminadores, muitos produtores que não anotam esses dados ou aqueles que anotam mas não conseguem extrair informações desses dados podem estar tendo prejuízos na parte reprodutiva, ou seja, um sêmen que foi utilizado em 20 vacas e todas as inseminações foram feitas pelo menos inseminador e apenas 5 vacas ficaram prenhas, isso quer dizer que apenas 25% dos animais tiveram sucesso e 75% falharam, essa informação é muito importante para se tomar uma decisão, de não utilizar mais esse sêmen ou então treinar melhor o inseminador ou alguma outra ação para melhorar esse índice, então lembre-se de sempre anotar esses simples dados para melhorar a eficiência reprodutiva de sua propriedade.

Se você quiser uma ferramenta para auxiliar nessas questões, utilize o Leigado, inserindo poucos dados no sistema você terá de forma automática muitas informações que irão auxiliar na tomada de decisão e você poderá ter uma maior rentabilidade em sua propriedade de gado leiteiro.

 

Cadastre-se gratuitamente em: www.leigado.com.br e confira todos os benefícios para uma boa gestão em sua propriedade de gado leiteiro.

WhatsApp (46) 99901 0238

Skype: leigado.dv

Facebook: facebook.com/sistemaleigado

Instagram: https://www.instagram.com/leigado