Mantenha seu Rebanho Vacinado e Livre da Febre Aftosa

Chegado novembro e com ele a segunda etapa de imunização dos rebanhos contra a Febre Aftosa, doença que causa grande importância, para o setor agropecuário do país. Teve seus primeiros registros no Brasil em 1895, na Região do Triângulo Mineiro, apenas em 1919 o Ministério da Agricultura criou o Código de profilaxia da doença e em 1969 criou a Campanha de vacinação contra a Febre Aftosa, com coordenação de uma equipe técnica.

A Febre Aftosa é considerada uma zoonose, (doença que pode ser transmitida de animais para humanos) embora raras vezes foi diagnosticada em humanos, os quais, servem de hospedeiro acidental da doença.

A doença é causada por um vírus  da família Picornaviridae, do gênero Aphthovirus e tem um alto poder de contaminação. Ela acomete animais biangulados como bovinos, suínos, caprinos ovinos e bubalinos. Após 72 horas da contaminação os animais apresentam os primeiros sintomas, febres entre 40° a 41° C, em seguidas surgem vesículas nas mucosas e cascos, diminuindo o apetite, causando perda de peso e produção de leite. O vírus está presente no fluído da vesícula e se espalha facilmente quando em contato com o local contaminado, podendo ser encontrado no leite sangue e urina.

A campanha de vacinação da Febre Aftosa, tem grande impacto, devido ao seu alto poder de disseminação e as perdas irreparáveis causadas pela doenças nos rebanhos. Em maio de 2018 a OIE (Organização Mundial de Saúde Animal) declarou o Brasil livre da doença, com vacinação. Na região Sul do país o Estado de Santa Catarina  é livre da vacinação dos animais.

O último foco da doença observado no país, foi em 2006 no Estado do Mato Grosso do Sul. A campanha da vacinação, foi muito importante para erradicar a doença no decorrer de 12 anos, e desta forma ainda é importante para que não venha mais ocorrer.

O custo da dose fica em torno de R$1,20 a R$1,40 dependendo da região, um custo baixo, quando analisamos os prejuízos causados pela enfermidade ao setor Agropecuário. A Febre Aftosa está classificada na Lista A do Código Sanitário Internacional,  devido ao seu alto grau de contágio, que coloca em risco o agronegócio. Os prejuízos econômicos ocasionados as perdas diretas com produção de carne, leite, abortos, mortes,  e indiretas, devido aos problemas que causam na comercialização de carnes ou ainda como sendo de curto, médio e longo prazo de acordo com o período de pós-infecção. O maior prejuízo está relacionado com o mercado internacional de produtos de origem animal. Isso porque os países livres da Febre Aftosa impõem severas restrições aos produtos de origem animal provenientes de países onde existem surtos desta patologia.

Portanto, o investimento na imunização dos animais é de extrema importância  e deve ser levado muito  a sério, pois os danos que a doença pode causar geram prejuízos irreparáveis, ao setor agropecuário e a qualidade alimentar. Não fique de fora, vacine o seu rebanho.

Por: Jucemara Rösler, Zootecnista e Gerente Comercial da Leigado.

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Como o condomínio Parzianello aumentou sua produção em 27%

Localizada na Região Sudoeste do Estado do Paraná, mais precisamente na cidade de Chopinzinho, o Condomínio Parzianello desenvolve a atividade leiteira há sete anos, atualmente com 55 vacas em lactação da raça holandesa, com produção de 1.250 litros diariamente a propriedade também desenvolve atividade agrícola, recria e engorda dos machos nascidos na propriedade.

Cliente desde agosto de 2016, conheceu a Leigado em um grupo de WhatsApp, acessou o site e realizou um teste gratuito, sem saber que seria a solução para o seu problema com o controle de dados.

Diante de uma dificuldade de interpretar as informações, as quais, vinham sendo anotados em agendas e planilhas de Excel a cinco anos, Mauricio foi em busca de tecnologia para facilitar as tomadas de decisões no cotidiano da propriedade. O que mais contou na hora de escolher a Leigado foi o fato de ser um sistema desenvolvido especificamente para propriedades Leiteiras, além de estar em constante atualização e sempre abertos as sugestões e solicitações dos clientes.

Outro fator que contou bastante foi o baixo custo de investimento, de R$75,00 ao mês (R$900,00 por ano), recuperado em pouco tempo. Com o auxílio do sistema foi possível interpretar os dados, facilitar as anotações e economizar tempo, pois o mesmo conta com o a aplicativo, que funciona offline, permitindo coletar os dados sempre na hora, sem que nada fique sem anotar. Maurício relata que, quanto mais tempo se trabalha com o software, maior é o retorno sobre o investimento e mais clara fica sua importância.

Após contratar o sistema, o Condomínio teve melhoras na produtividade, pois o mesmo possibilitou conhecer os números possibilitando melhorá-los, como por exemplo o IEP (intervalo entre partos) que foi diminuído em 20 dias, representando que, na média o rebanho é inseminado 20 dias antes. Antecipar 20 dias uma gestação, representa uma menor perda com produção no final da lactação, uma dose de sêmen a menos que se gastou para se emprenhar uma vaca, um menor custo com reprodução. “Depois do sistema temos mais cuidado com as datas, as quais as vacas estão sendo inseminadas pois, o sistema emite avisos diariamente, auxiliando no cuidado com os manejos reprodutivos”.

Outro índice é o DEL médio (dias em Lactação) onde o plantel sai de um índice de 198 para 181 dias o que seria ideal, pois acima deste as vacas diminuem naturalmente 0,07 litros, se tendo um ganho médio de 1,19 litros apenas melhorando índices reprodutivos, que foram acompanhados com mais facilidade, pois o sistema calcula diariamente os índices.

Isto representa na produção de um plantel de 55 vacas, aproximadamente 65,5 litros de leite a mais por dia, totalizando em um mês 1.965 litros. Com base no preço médio, pago por litro de leite no Paraná durante o ano de 2018, o qual, foi de R$ 1,13 (CONSELEITE-PR) o faturamento mensal aumentou em R$ 2.220,45 por mês sem aumentar o rebanho e sem alterar a alimentação. Isso significa que em apenas um mês a Agrícola Parzianello consegue pagar o investimento do sistema para 2 anos e meio.

A média de produção do rebanho total que era de 22,5 passou para 28,6 litros, um aumento de 6,1 litros de média permitido pela análise sempre em mãos, a qual é realizada pelo sistema.

Maurício: “O investimento em tecnologia ajudou no aumento da produtividade pois através dos relatórios são observados os pontos que devemos ter atenção, conseguimos melhorar a produtividade e otimizar os custos fixos”.

Outro fator importante a ser considerado é o módulo financeiro, que permite adaptar os custos de acordo com a realidade da propriedade, permitindo extrair relatórios de gastos de acordo com cada categoria as quais, podem ser criadas dentro do sistema.

Fazer gestão nada mais é do que se ter controle do que se gasta, o quanto se ganha, conhecer as informações dos animais, saber quais atividades foram realizadas, ter metas e objetivos traçados, anotar tudo é extremamente importante, mas não basta só anotar as informações, as mesmas devem ser interpretadas para servir de ferramentas para melhorar a lucratividade.

Faça como o Mauricio Parzianello, utilize o sistema Leigado e obtenha melhores resultados em sua propriedade leiteira.

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Ganhe tempo na Gestão de sua Propriedade!

Antes mesmo do sol raiar, ainda na madrugada, lá está o produtor de leite vestindo as suas botas de borracha iniciando a sua rotina diária, arrebanhar as vacas para o estábulo, iniciar a ordenhar e seguir com as atividades as quais perduram o dia todo. Sempre se deparando com tarefas que lhes exigem algumas horas extras, como um parto que ocorre durante madrugada, sendo remuneradas com menos horas de seu período de descanso.

As surpresas desta atividade são as mais improváveis possíveis e todas elas exigem algo muito precioso, nosso tempo, na maioria das vezes, não conhecemos o seu valor. Com uma rotina tão corrida, acabamos deixando algumas atividades sem fazer e uma delas é o gerenciamento, pois, requer tempo, o qual nem sempre temos de sobra e acabamos não cumprindo a tarefa mais importante da atividade, as anotações, consideradas “perda de tempo”.

As anotações, são tarefas as quais tem a opção de serem realizadas no dia seguinte e quando percebemos já se encerrou o mês e nada foi anotado, a atividade é levada as cegas, sem saber ao certo quanto lucramos ou se precisamos economizar no mês seguinte, começar é a parte mais difícil, porém, depois de organizado é mais fácil.

Saber quanto custa o seu litro de leite? Quantos partos ocorreram no ano? Quanto foi seu custo com alimentação? Como reduzir custos? Devemos ter estas e outras respostas para ter conhecimento da lucratividade do negócio. Anotar faz parte de gerenciar, que é tão importante quanto ter vacas produzindo leite. Anotar da trabalho, mas da bem menos, do que apagar incêndios, anotar permite conhecer os números e evita dores de cabeça e é o básico para alcançar as metas desejadas.

Pensando na agitada rotina a Leigado se tornou o melhor investimento dos produtores de Leite, um sistema completo, o qual permite gerenciar todos os seus dados, registros de animais, registros de gastos entre outros. O sistema permite agendar atividades auxiliando na organização, pois conta com o auxílio de um aplicativo que permite acompanhar de onde estiver, não passando nada sem anotar, além de calcular os índices produtivos e reprodutivos do seu plantel Leiteiro.

O Sistema Leigado é a ferramenta certa para gerenciar sua propriedade leiteira e administrar seu tempo. Conhecendo seus índices, saberá exatamente quais pontos necessitam de prioridade, disponibilizando todos os recurso para que este seja melhorado o mais rápido possível, economizando tempo e dinheiro.

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Jucemara Rösler

Zootecnista e Gerente Comercial da Leigado-Inteligência para Pecuária Leiteira.

e-mail: jucemara@leigado.com.br

Intervalos Entre Partos (IEP)

Na grande maioria das propriedades produtoras de leite, os dados ainda são todos anotados em papeis, mas há algum problema em anotar em papel?
Não há problema algum, antes anotar em papel a não anotar em lugar nenhum, porém, de que adianta ter toda aquela pilha de papel se não podemos extrair nada que favoreça a gestão da fazenda? Os fichários não fazem cálculos sozinhos, portanto, na maioria das vezes não temos conhecimento de importantes números, sendo um deles o intervalo entre os partos.
O intervalo entre partos é um índice reprodutivo que deve ser avaliado constantemente, o ideal seria que o mesmo fosse de 12 meses, ou seja cada vaca deve ter um parto por ano. Para que isso ocorra, os dias em aberto devem ser até os 85 dias após o parto.
Para a atividade leiteira ser viável devemos manter um bom ciclo reprodutivo, sendo as vacas dependentes de partos para produzir leite, e quando o intervalo entre partos é prolongado acaba-se tendo perdas com produção, pois, é natural que conforme vai se passando os dias após o parto, os animais baixem inevitavelmente a produção,  sendo que este não é o único fator a ser considerado, o número de crias também diminui, as quais podem ser utilizadas como reposição ou comercializadas.
Vamos observar um exemplo entre dois panoramas, uma propriedade com 50 vacas com IEP de 12 meses e outro cenário da propriedade com um IEP de 18 meses, uma produção média de 20 litros por animal o que acumularia numa lactação de 6100 litros (305 dias).

Apenas uma vaca deixaria de produzir 9.150 litros durante a vida produtiva por animal e aproximadamente dois bezerros a menos. Em um rebanho de 50 vacas as perdas com produção são exageradamente grandes. Se contabilizarmos os 75 bezerros a menos e usarmos na lógica natural da probabilidade de 50% deles nascerem machos e 50% fêmeas a propriedade deixaria de criar 38 novilhas que poderiam ser comercializadas ou criadas para reposição do rebanho, sem contabilizarmos o descarte precoce que acaba ocorrendo devido à ineficiência reprodutiva dos animais. E quando não temos estes números, não é possível identificar os erros e desta forma corrigi-los.
Anotar, calcular e decidir são os passos para uma gestão de sucesso na atividade leiteira.

Jucemara Rösler, Zootecnista e Gerente Comercial da Leigado – Inteligência para Pecuária

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A Importância dos Cuidados na Ordenha

 

 

 

A ordenha talvez seja a atividade mais importante desenvolvida em uma propriedade leiteira. É o momento em que somos recompensados pelos esforços realizados diariamente. É durante a ordenha que comprovamos a eficiência: do manejo adotado, da dieta, da criação das bezerras e até a saúde do animal.
A ordenha deve ser vista não apenas como o ato de “tirar o leite”, mas com o ato de produzir alimentos, os quais serão ingeridos por adultos, crianças, pessoas enfermas entre outras categorias. Por este motivo se exige tanto da qualidade do leite entregue ao laticínio e o momento da ordenha dever ser levado a sério.

As vacas são animais dependentes de rotina. Para uma ordenha mais eficiente o ideal é ser realizado sempre com o mesmo intervalo de tempo, por exemplo: 12 em 12 horas quando são realizadas duas ordenhas ou de 8 em 8 horas quando o sistema adotado é de três ordenhas diária, sempre iniciadas no mesmo horário todos os dias. Este simples ato, pode parecer insignificante, mas algumas pesquisas apontam que pode-se ter uma diferença de até dois litros de leite por animal em um único dia. Pelo motivo que, quando o úbere esta cheio de leite o mesmo exerce uma pressão nas paredes as quais inibem a produção de leite e como o tempo até a outra ordenha é menor ela acaba não tendo tempo suficiente para encher o úbere.
Além de uma boa rotina, deve-se ter cuidado no momento da condução dos animais a sala de ordenha, da maneira mais calma possível não provocando estresse ao animal.

No momento da higienização dos tetos e úberes dos animais, deve-se utilizar água potável, seguido de uma desinfecção com produtos de rápida ativação. Recomenda-se sempre ter cuidando para que animais que apresentem algum tipo de mastite sejam ordenhados por ultimo, para se evitar contaminação dos demais. Quando este manejo não puder ser evitado, sugere-se que se tenha sempre algum produto para realizar a desinfecção do conjunto de ordenha, para se evitar uma contaminação do leite e dos animais. Após ser higienizado os tetos devem ser secados com papel toalha para eliminar os resíduo da sujeira e dos produtos. No final da ordenha recomenda-se que se utilize um produto para a fazer a selagem do teto, impedindo que bactérias adentrem o canal evitando mastites.  O ordenhador também deve ter um cuidado com a sua higiene pessoal para que se evite contaminação para que  seja produzido um leite mais saudável para o consumo humano.

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O impacto da temperatura na produção leiteira.

O estresse calórico é o principal desafio encontrado na atividade leiteira no Brasil, onde dois terços do território apresenta clima tropical predominantemente quente e úmido em quase todo o decorrer do ano, com temperaturas que variam de -1,4°C a 39,7°C, as quais foram registradas no ano de 2017 em Bom jardim da Serra- SC (13/06/2017) e em Palmas – TO (06/08/2017), respectivamente.
As vacas com aptidão leiteira apresentam sensibilidade a climas tropicais pelo fato das temperaturas ultrapassarem a zona de conforto que é entre 4°C a 24°C, dependendo da umidade do ar (Nääs,1989). Ultrapassando esta faixa os animais acabam sofrendo um estresse calórico o qual afeta a sua produção de leite e outros índices zootécnicos. Durante épocas de altas temperaturas os animais apresentam um aumento no consumo de água, uma baixa na ingestão de MS (matéria seca), como consequência acabam desbalanceando a sua dieta e baixando a imunidade, estando propícios a doenças como por exemplo as mastites ambientais, as quais causam danos irreparáveis como descartes precoces, baixa taxa de prenhez e baixa de produção. As perdas com produção podem variar de 17% a 22% (Pinarelli, 2003), sendo os animais mais afetados os de maior produção. Durante épocas em que as temperaturas se encontram acima de 20°C os animais não conseguem realizar a troca de calor com o ambiente permanecendo com a temperatura corporal maior do que o normal, afetando a reprodução do rebanho, onde as taxas de concepção são reduzidas a 10-15% (Thatcher et al.2003).
Se fizermos uma conta apenas com as perdas com produção podemos observar que as mesmas são bem consideráveis. Vamos tomar como exemplo uma propriedade com 30 animais em lactação, com uma média de produção de 25 litros/vacas/dia, totalizando por dia 750 litros, sendo o preço recebido por litro de leite RS 1,30.
Se a produção baixar 17% serão 127,5 litros que não serão produzidos por dia, os quais poderiam ser vendidos a R$ 1,30 totalizando R$ 128,80 por dia, em um mês o faturamento diminui R$ 3.864,00.
Em outra comparação as perdas são de 22%, em um dia deixaram de ser produzidos 165 litros, contabilizados a R$ 1,30 serão menos R$ 214,50 por dia, durante um mês deixaria de ser faturados R$ 6.435,00. Sem contabilizarmos outros fatores como as mastites ambientais e os baixos índices de concepção.
Uma alternativa para reduzir estas perdas seria instalar um simples sistema de resfriamento por aspersão na sala de ordenha, o qual teria um investimento entre R$ 5.500,00 a R$ 6.000,00, já com ventiladores, bicos de aspersão, bomba de água, comando elétrico, canos de PVC, fiação e mão de obra. O investimento se pagaria somente com o leite que deixaria de ser produzido na segunda situação e ainda estaria proporcionando um maior conforto para os animais.

Referências Bibliográficas

Thatcher, W. W.; Guzeloglu, A.; Mekle, A. Kamimura, S. Bilby, T. R.;Kowalski, A. A.; Badinga,  L.; Pershing, R. Bartolomeu, J.; Santos, J. E. Regulation of embryo survival in cattle. Reproduction Suplement, n.61,p.253-266, 2003.

PINARELLI, C. The effect of heat stress on milk yield. Latte, Milan, v. 28, n. 12, p. 36-38, 2003.

NÄÄS, I. Princípios de conforto térmico na produção animal. São Paulo: Ícone, 1989.

 

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Você acompanha a evolução do peso das futuras vacas?

Mas por que é tão importante saber essas informações?

As novilhas devem ter uma produtividade melhor do que suas mães, pois na maioria das vezes se investe em genética a qual representa um custo alto na atividade e se espera recuperar quando as mesmas iniciarem a sua lactação. Para que isto ocorra se faz necessário uma boa criação.

A evolução da altura e do peso das bezerras leiterias é a forma mais simples para se avaliar as práticas de criação e manejo desenvolvidas na fazenda, a altura representa o crescimento ósseo do animal, e o ganho de peso representa o crescimento de órgãos e músculos.

A prática é muito simples e deve ser realizada ao nascimento e acompanhada a cada 15 ou 30 dias. É realizada com uma fita métrica padrão desenvolvida especialmente para esta finalidade ou por meio de balança. De acordo com alguns estudos espera-se que as bezerras dobrem o peso do nascimento aos 60 dias de vida, um ganho aproximado de 1 kg/dia até os 120 dias e 0,9 kg/dia dos 121 a 180 dias.

O acompanhamento constante permite que sejam avaliadas rapidamente as práticas de manejo e criação, auxiliando na detecção de falhas no manejo.

Utilizando o sistema Leigado você controla facilmente o desenvolvimento de suas bezerras e novilhas pois o sistema gera um relatório comparando o padrão americano, canadense e brasileiro com os dados de sua fazenda. Assim fica fácil acompanhar a evolução de suas bezerras e novilhas.

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Prejuizos causados pela mastite

É muito importante estimar os prejuízos e impactos causados pelas doenças do rebanho, principalmente sobre a mastite que é uma enfermidade comum e com grande impacto em rebanhos leiteiros.

Os casos clínicos são percebidos com maior facilidade pelos produtores, pois os sinais são evidentes e o leite produzido é descartado, porém os casos subclínicos não são tão evidentes e estimar os prejuízos e impactos fica mais complicado pois essa doença não causa alterações visuais no leite ou úbere da vaca.

Por meio da contagem de células somáticas (CCS) é possível fazer a detecção da mastite subclínica, o aumento das células somáticas é feita pela própria defesa do animal em resposta a uma infecção intramamária, então é de suma importância realizar controle de CCS por animal individual para que possa identificar possíveis casos de mastite subclínica.

Os custos associados aos casos de mastite não incluem apenas o leite descartado mas também o quanto a vaca deixa de produzir além de outros custos como medicamentos, mão de obra extra, orientação técnica e em últimos casos até o descarte e reposição do animal.

Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade Nacional de Río Cuarto, Argentina, realizou uma avaliação econômica dos custos diretos diários e as despesas de controle e prevenção associados a mastite. A pesquisa foi realizada em 48 rebanhos leiteiros (média de 128 vacas Holandesas em lactação e 17,5 Kg/vaca/dia) um total de 1.955 vacas da região de Córdoba, bacia leiteira que representa 65% dos produtores argentinos.

A perda média da produção de leite ocasionada pela mastite subclínica foi 2,8 litros/vaca/dia, o que representou um custo de US$ 0,99/vaca/dia. Por outro lado, a perda média de produção de leite devido a casos de mastite clínica foi menor do que a subclínica, 0,12 litros/vaca/dia, o que representou um custo de US$ 0,04/vaca/dia. A média de despesas oriundas do controle e prevenção da mastite foi US$ 0,059/vaca/dia. Dentre essas despesas, a terapia de secagem foi a que apresentou maior quantia (US$ 0,047/vaca/dia), seguido do tratamento para mastite clínica (US$ 0,006/vaca/dia). Em 50% dos rebanhos leiteiros do estudo, o custo total associado a casos de mastite foi de US$ 1,04 vaca/dia, podendo chegar a US$ 1,20 vaca/dia.

Podemos concluir que as perdas econômicas ocasionadas pela mastite variam com o tipo de mastite, frequência, gravidade, duração da doença e o nível de produção do rebanho leiteiro. Isso explica porque o custo variam muito entre os rebanhos e podemos constatar que a mastite subclínica é o tipo que ocasiona as maiores perdas na produção leiteira que pode representar 15 a 24% da renda bruta. Também constatamos a importância de um bom manejo sanitário a fim de prevenir as mastites e o controle da CCS por animal.

Fonte: VISSIO, C et al . Archivos de medicina veterinaria. v. 47, n. 1, p. 7-14, 2015 (artigo completo: http://www.scielo.cl/pdf/amv/v47n1/art03.pdf)

Milkpoint: https://www.milkpoint.com.br/colunas/marco-veiga-dos-santos/perdas-economicas-e-custos-do-controle-da-mastite-em-rebanhos-leiteiros-205877n.aspx

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Inove e Lucre muito mais

A pecuária leiteira, como todos os outros ramos do agronegócio deve ser gerida como uma verdadeira empresa, somente dessa forma será possível identificar os possíveis problemas e soluções para obter uma melhor rentabilidade.

Atualmente muitos dados das propriedades são coletados e ficam armazenados em papéis ou planilhas dificultando a análise das informações para que seja possível tomar decisões.

Nos canais de comunicação muito se fala sobre gestão, pois percebemos que quem não fizer uma boa gestão de qualquer negócio está sujeito a deixar a atividade, não somente no meio do agronegócio mas também em qualquer outro ramo e com o avanço tecnológico ficou muito mais fácil de ser feito uma gestão completa das propriedades, pensando nisso a Leigado desenvolveu um software totalmente intuitivo e fácil de ser utilizado, o que traz grandes retornos para quem utiliza.

Com informações fáceis de serem visualizadas você pode identificar quais são os pontos a melhorar para que se obtenha uma melhor lucratividade, sem contar que o sistema auxilia muito no manejo do rebanho, informando as datas de secagem, datas de pré parto, de partos, de vacinas entre outros alertas.

Então convidamos vocês a testar nossa ferramenta e inovar na pecuária leiteira obtendo um maior lucro e se mantendo na atividade.

 

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[GUIA] Assistência técnica em propriedades leiteiras. Como ser mais eficiente?

IMPERDÍVEL!

Para você que é médico veterinário, zootecnista, agrônomo, técnico agrícola ou algum outro profissional do agronegócio e que já presta assistência técnica em propriedades leiteiras ou está pensando em ingressar nessa área, esse guia irá te auxiliar a ser mais eficiente e prestar uma consultoria diferenciada.

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