Você pode aumentar sua produtividade

Na pecuária leiteira temos 5 pilares essenciais para uma boa produtividade e lucratividade, são eles: genética, nutrição, sanidade, manejo e gestão e nós da Leigado estamos aqui para auxiliar vocês na gestão de suas propriedades que por consequência estará interligado com todos os outros pilares, pois com uma boa gestão você consegue melhorar o manejo, controlar a sanidade, a genética e a nutrição.

Muitos produtores podem não perceber quando algo errado está acontecendo na propriedade, pois sabemos que são muitas as tarefas diárias que são necessárias para uma empresa rural funcionar e aí os prejuízos podem vir a acontecer, nesse sentido que nosso software de gestão consegue auxiliar os produtores, quando as informações estão centralizadas em uma só ferramenta fica muito mais fácil observar o que está errado e o que está correto e assim tomar decisões para aumentar a produção da propriedade.

Abaixo temos o relato da pecuarista Bibiana Oliveira Silva de Vila Nova do Sul – RS:

“Venho aqui agradecer, a vocês por ter a oportunidade de conhecer o trabalho de vocês, que tem me ajudado muito agora que estou podendo ver o prejuízos que tinha e não estava me dando por conta principalmente na parte reprodutiva, e agradecer muito a atenção de vocês e saber que tem pessoas que se preocupam o produtor. OBRIGADO”

Faça como a Bibiana e centenas de outros produtores no Brasil, tome decisões com base em informações e consiga reduzir seus custos e aumentar sua produtividade.

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Com o Leigado você pode organizar melhor sua propriedade

Definição de organização: É a forma como se dispõe um sistema para atingir os resultados pretendidos, pode ser formado por uma ou mais pessoas e que executem funções controladas e coordenadas para chegar a um objetivo.

Então como podemos organizar nossa propriedade leiteira?

Devemos distribuir as tarefas e atribuí-las entre todos os envolvidos na produção, seja entre a família ou entre os funcionários independente do tamanho da propriedade.

Aqui iremos focar na organização dos dados zootécnicos e financeiros pois queremos mostrar os benefícios que nosso sistema de gestão para propriedades leiteiras tem a oferecer.

O primeiro benefício de você ter uma ferramenta como essa seria a questão de os dados estarem todos no mesmo local, com apenas alguns cliques você consegue consultar dados reprodutivos, produtivos, sanitários, financeiro entre outros. Diversas vezes observamos em propriedades os dados espalhados em vários cadernos, pastas etc, quando os produtores são questionados sobre uma data prevista de parição ou algo nesse sentido ele precisa folhar várias páginas, olhar em vários cadernos até encontrar e isso leva um bom tempo, isso também ocorre quando um veterinário ou assistente técnico irá fazer uma visita, no momento em que ele requisita alguma informação o processo para encontrar essa informação é demorado e muitas vezes a informação nem é confiável.

Com o sistema da Leigado todos os dados estarão em nuvem, tecnologia atual e moderna que garante segurança dos dados, pois se um computador ou celular estragar ou até mesmo for roubado, seus dados não serão perdidos e também poderá ser acessado de qualquer lugar.

Outra vantagem do Leigado é que ele irá te alertar sobre diversas tarefas, como data para secar uma vaca, data para pré parto, data para inseminar um animal etc.

Como fazer para que isso aconteça na prática? É simples, dedicar alguns minutos por dia para inserir os dados no sistema, dados esses que podem ser coletados pelo nosso aplicativo para celulares e tablets ou também poderá ser coletado em papéis mesmo, de forma simples e depois que estiver em casa em frente a um computador fazer a transferência desses dados para o sistema. Esses dados podem ser inseridos pelos funcionários, proprietários, gerentes ou até mesmo pelos filhos dos produtores, porque não estimulá-los a ajudar na gestão da propriedade e quem sabe fortalecer a vontade de ficar trabalhando na propriedade?

Convidamos a todos a testar nosso sistema e conferir na prática esses benefícios citados e muitos outros que temos disponível.

 

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Porque utilizar um programa na gestão da atividade leiteira?

Todos sabemos que estamos na era da informação, cada vez mais os computadores, tablets, celulares, entre outros dispositivos estão presentes em nosso dia a dia e querendo ou não praticamente 100% das empresas rurais e não rurais terão que aderir a uma tecnologia para poder se manter no mercado que está cada vez mais competitivo.

Porém um programa/software por si só não resolve totalmente o problema de gestão em uma propriedade, primeiramente o gestor terá que ter consciência que sua rotina irá mudar, que seus funcionários terão que ser treinados adequadamente e que terá que dedicar um tempo no seu dia para fazer os lançamentos de dados. Esse lançamento também poderá ser feito por um funcionário, por um filho(a) talvez fazendo com que isso incentive seus filhos a se manter na propriedade ou qualquer outro responsável pela administração. Com os dados inseridos no software o administrador terá informações valiosas para tomar decisões mais assertivas em sua propriedade e aí sim podemos dizer que o uso da tecnologia irá fazer a diferença para que a empresa rural siga em frente.

Há relatos de clientes que dizem que após a adoção do Leigado puderam realmente enxergar a propriedade como um todo, conseguiram ver se estavam tendo lucro ou prejuízo, tomar decisões de descarte de animais e até mesmo incentivar o filho a ajudá-lo no gerenciamento.   

Muitos produtores ainda sentem-se inseguros em trocar seus papéis por uma ferramenta de gestão, pois não sabem exatamente para onde vão seus dados, quem tem acesso e também tem medo de fazer alguma coisa de forma errada no sistema. Com o sistema Leigado – Inteligência para Pecuária os produtores e técnicos poderão ficar totalmente seguros quanto a isso, pois os dados são armazenados em nuvem, ninguém terá acesso sem a permissão do produtor e também projetamos o sistema para ser o mais fácil de ser utilizado, por qualquer pessoa, e ainda temos uma equipe qualificada e de fácil acesso totalmente a disposição para tirar quaisquer dúvidas a respeito do funcionamento do sistema.

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Cresce a presença feminina no agronegócio

* Esta matéria foi originalmente publicado pela Uagro

A participação das mulheres no agronegócio está mais evidente. De 2013 a 2017, a presença feminina em cargos de decisão nas empresas do agro saltou de 10 para 31%. Os dados são da Associação Brasileira de Marketing Rural e Agronegócio (ABMRA) e fazem parte da “Pesquisa Hábitos do Produtor Rural”, divulgada hoje (31).

Participação das mulheres em cargos de liderança no agro cresceu nos últimos quatro anos

“As novas gerações de produtores rurais e as mulheres têm tido papel cada vez mais importante no crescimento do agronegócio brasileiro, segmento que representa 23% do Produto Interno Bruto nacional”, destaca o comunicado divulgado pela entidade.

A pesquisa que ouviu quase 3 mil pessoas em 15 estados traça um perfil do produtor rural no País com dados interessantes: a média de idade dos agricultores brasileiros recuou em relação a 2013 e hoje é de 46,5 anos. Em relação à escolaridade, um pequeno percentual dos entrevistados possui ensino superior (21%). Desse total, 42% estão voltados para a área de agronomia.

Produção tecnológica

O levantamento da ABMRA mostrou que os produtores rurais estão cada vez mais preocupados em adotar ações tecnológicas no seu dia a dia. Por isso, eles buscam cada vez mais conhecimento para levar ao campo. E para eles se atualizaram, o evento de maior interesse para 54% dos entrevistados é o dia de campo, seguido pelas feiras agropecuárias (22%) e as palestras técnicas (16%).

Orgulho

E nós da Leigado – Inteligência para pecuária temos o maior orgulho de contar em nossa carteira de clientes diversas mulheres preocupadas em utilizar a tecnologia ao seu favor e fazer uma gestão mais facilitada em suas propriedades e propriedades que prestam assistência técnica.

Parabéns as mulheres do Agronegócio.

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Cuidados no gerenciamento do descarte de vacas leiteiras

* Este artigo foi originalmente publicado pela  Fundação Roge.

A decisão do descarte influencia diretamente na lucratividade da fazenda de leite. Por isso, é importante que o produtor conheça os tipos de descartes, esteja ciente dos seus índices de desempenho, saiba formas de reduzir o descarte involuntário, entre outras ações que ajudem na decisão da melhor forma de descartar os animais.

Com o descarte, a propriedade pode gerar recursos financeiros para utilizar na renovação do rebanho e em outras atividades necessárias, como reformas de pastagens, equipamentos, etc.

Tipos de descarte:

Descarte Involuntário

É aquele que ocorre por problemas como morte acidental (queda, picada de cobra, problemas no pós parto, entre outros). Este tipo de descarte gera prejuízo direto para o produtor.

Descarte Voluntário

É realizado quando a decisão é feita pelo produtor. A seleção é feita analisando fatores produtivos, reprodutivos, idade, problemas de casco e outros. Neste tipo, muitas vezes são descartados animais sadios, produtivos e geralmente isso ocorre para conter o aumento de animais no plantel ou para gerar receita para outros investimentos.

Na pecuária de leite, em geral, os principais motivos de descarte avaliados pelos produtores são:

  • baixa produção dentro do plantel
  • idade
  • problemas reprodutivos
  • persistência de mastite

Devido aos prejuízos gerados pelo descarte involuntário, o pecuarista leiteiro deve diminuir ao máximo possível a taxa de descarte involuntário e manter no rebanho vacas saudáveis e longevas.

Cuidados no gerenciamento do descarte

Não passe adiante seus problemas!

No momento do descarte, o produtor deve estar atento para que os problemas no seu rebanho não sejam repassados a outros produtores. Para aqueles problemas persistentes o melhor a fazer é encaminhar os animais para abate para manter sua integridade no mercado.

Avalie cuidadosamente seu rebanho

Outro fator importante na hora do descarte é analisar aqueles animais que estão produzindo e gerando receitas enquanto outros no mesmo momento estão gerando custos como na cria e recria ou aqueles animais que tem um período seco maior do que a média do rebanho.

Avalie constantemente seus resultados

O produtor que possui uma visão gerencial faz seu planejamento de descarte com base na análise dos fatores que o levaram até essa decisão, e faz dessas informações um guia útil para identificar corretamente áreas potenciais de problemas na administração do rebanho e até mesmo avaliar a necessidade de implantar programas de prevenção de doenças e treinamentos de colaboradores.

** Colaboração: Prof. Sebastião Ferreira e Silva

 

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Custos na produção de silagem

A silagem tem um papel importante na criação de gado leiteiro, por ser um alimento que será armazenado e terá disponibilidade nos períodos secos. Existem diversas plantas que servem para a produção de silagem porém o milho é uma das culturas mais utilizadas no Brasil, segundo o professor João Ricardo Alves Pereira da UEPG o milho é utilizado na alimentação das vacas em mais de 70% das propriedades do país.

Apesar de ser um alimento com baixo custo de produção requer um bom planejamento para que seja feito de forma correta e diversos são os fatores que influenciam na qualidade do produto final, dentre eles podemos citar: escolha do híbrido a ser plantado, colheita na maturidade adequada, velocidade da colheita, picagem, compactação e vedação do silo.

Para se calcular o custo de produção da silagem deve ser levado em conta todos os produtos e serviços utilizados desde a preparação da terra até a estocagem final e para auxiliar produtores e assistentes técnicos o sistema Leigado dispõe no módulo de estoque a tela de “Produção Própria” onde poderá ser lançado o produto final que seria a silagem e todos os produtos e serviços que compõem a silagem.

Vamos a um exemplo:

Primeiramente devo cadastrar um produto chamado Silagem que poderá ser em quilos ou em toneladas vai da preferência do usuário se quiser calcular o custo do quilo ou o custo da tonelada e cadastrar os locais de estoques que será armazenado a silagem, silos, trincheiras etc… também é necessário que esteja armazenado em locais de estoque os produtos utilizados para produção da silagem e após isso deverá ser informado todos esses produtos e serviços utilizados como, semente, adubo, herbicida, inseticida, lona, horas máquina, horas homem entre outros que poderão ser utilizados, muito importante que seja lançado todos que foram utilizados desde início até o final da produção, todos os produtos e serviços com seus preços de custos, depois de feito esses passos deverá informar a quantidade de silagem produzida, sendo informada automaticamente o sistema irá calcular o custo para cada quilo ou tonelada conforme critério do usuário.

Salvando esse registro o sistema irá dar baixa no estoque dos produtos que compõem e dará entrada no estoque do produto final que nesse caso será a silagem. Dessa forma você terá o custo mais aproximado da produção desse alimento tão importante na criação de gado leiteiro.

Lembrando que essa tela poderá ser utilizada para outras produções também, como feno, queijo, etc…

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Cuide da alimentação do seu gado e previna a Acidose Ruminal

* Este artigo foi originalmente publicado pela  Fundação Roge.

Geralmente, o principal ingrediente presente na dieta das vacas leiteiras vem das forrageiras que contêm altas concentrações de fibras que permitem ser digeridas lentamente no rúmen e não causam a produção de ácido láctico. Porém, muitos pecuaristas utilizam alimentos concentrados na forma de grãos para aumentar o consumo de energia e o desempenho do animal, especialmente os de alta produção. Essa adição de carboidratos pode prejudicar a microflora ruminal, causando a Acidose Ruminal.

A acidose é uma doença metabólica  ocasionada pelo alto consumo de amidos e carboidratos, isto é mudanças bruscas no regime alimentar sem adaptação da microflora ruminal. Ocorre em bovinos de todas as idades, e é mais comum em animais confinados. Como todas as doenças, a acidose traz prejuízos ao produtor, pois afeta diretamente a produção de leite podendo serem perdidos até 2 litros por dia.

Sintomas

Os sintomas podem ser observados após 12 a 24 horas após a ingestão elevada de carboidratos:

  • Fezes pastosas, moles, com coloração anormal, mucosa pálidas, febre, respiração acelerada, desidratação, diarreia;
  • Olhar fixo e andar cambaleante;
  • Pelos arrepiados.

Prevenção

Prevenir ainda é o melhor remédio para o produtor leiteiro. Por isso, a medida recomendada é o controle da alimentação  dos animais para evitar que haja a ingestão inadequada de alimentos, como grandes quantidades de grãos sem a adaptação necessária.

Em uma dieta que envolve o uso de grãos é importante que eles sejam introduzidos gradualmente para que haja uma boa adaptação. Sendo assim, não se deve fornecer mais que 0,3% do peso vivo do animal em grãos e não fazer mudanças bruscas.

Tratamento

A primeira etapa do tratamento é a suspensão de alimentos concentrados. Para casos leves de acidose, recomenda-se utilizar bicarbonato ou carbonato de magnésio (200-450 g/animal) sendo necessário o uso da sonda para retirar o conteúdo ruminal.

Geralmente a orientação é o uso de óleos e antifermentativos para auxiliar a evacuação e para reduzir a absorção dos ácidos e das toxinas. E também de antibióticos específicos para controlar o crescimento de bactérias produtoras de ácido láctico.

O tratamento da doença é complicado principalmente em vacas de alta produção por conta da alimentação, mas a prevenção é certa.

 

Fonte: Trabalho elaborado por alunos do Curso Técnico de Agropecuária da Academia do Leite/Fundação Roge: Bruno Meireles, Igor de Souza, João Pedro, Luiz Felipe Bernardes. Orientação: Professor Bruno Guimarães

 

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A importância de assistência técnica em propriedades leiteiras

Como em todo e qualquer negócio é fundamental se especializar e obter conhecimento para estar sempre em constante crescimento e para que isso ocorra nada melhor do que buscar ajuda em profissionais do ramo, ou seja, assistentes técnicos. Nestes se englobam médicos veterinários, zootecnistas, agrônomos, técnicos, consultores financeiros entre outros.

Uma propriedade leiteira é nada mais nada menos que uma verdadeira empresa, deve ser conduzida e gerenciada com intuito de produzir mais com um menor custo, porém por se tratar de uma atividade muito complexa e que não possui “folga” uma ajuda é sempre válida para que a empresa rural continue gerando lucro.

Para que essa assistência seja eficiente o produtor também precisa fazer sua parte anotando todos os dados zootécnicos e financeiros de sua propriedade isso irá contribuir muito para que o assistente possua parâmetros para poder trabalhar e tomar a decisão de forma mais assertiva possível e posteriormente poder avaliar sua evolução, se as decisões tomadas deram certo ou não, basta se dedicar alguns minutos do dia para anotar esses dados.

Mas ainda observamos que temos um grande caminho a percorrer, pois a maioria dos produtores ainda não fazem a utilização de assistência técnica, muitas vezes nem mesmo avaliam a produção individual de seus animais, este que é o primeiro indicador a ser levado em consideração, pois é por meio da produção leiteira que se dá a principal fonte de renda da propriedade. Sem esse valor fica difícil avaliar o desempenho dos animais e tomar decisão se vale a pena continuar com ele ou não.

Vamos citar aqui os “dias em aberto” que é um índice zootécnico que pode ser melhorado utilizando uma assistência técnica, os dias em aberto consiste no número de dias entre o parto e a inseminação ou cobertura após o parto. Para se ter um bom intervalo entre partos é aconselhável que os dias em aberto sejam menores que 85 dias, porém muitos produtores acabam deixando esse índice aumentar por diversos fatores, entre eles: falha na detecção de cio, problemas sanitários e até mesmo falta de informação sobre os animais. O crescimento desse índice acarreta em perdas econômicas significativas na propriedade.

O exemplo citado acima é apenas 1 dos fatores que poderiam ser melhorados, temos diversos outros e para que isso aconteça nada melhor que uma boa parceria entre produtores, assistentes técnicos e uma ferramenta de gestão para auxiliar na tomada de decisão e assim poder se manter no mercado.

Sabemos que o Brasil tem muito a crescer na produção leiteira e ainda estamos longe dos índices alcançados em países mais desenvolvidos, porém temos grande potencial de atingir esses números e iremos trabalhar juntos para que isso aconteça.

Que tal aumentar sua produção com o mesmo rebanho e a mesma estrutura? Uma ferramenta de gestão de propriedades leiteiras poderá te auxiliar nisso.

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Parceria entre Leigado e Academia do Leite – Fundação Roge

A empresa Leigado – Inteligência para pecuária acaba de fechar importante parceria com a Academia do Leite da Fundação Roge, a primeira escola rural do Brasil que é dedicada a formação de técnicos especialistas em gestão de leite. A Leigado disponibilizou o sistema completo para uso da instituição e os alunos vão poder utilizar o programa e conhecer os benefícios da tecnologia no meio rural.
A Sócia proprietária da Leigado, Karina Thomazi ressalta a importância dessa parceria e elogia o trabalho da fundação. “Em meio de tantas crises vividas em nosso país, o agronegócio hoje é um setor que vem se destacando e está em crescimento e a Leigado busca com seu trabalho mostrar a importância da sucessão familiar através da tecnologia nas propriedades leiteiras. Nós encontramos na Fundação Roge uma grande iniciativa onde os jovens são preparados de forma extraordinária. ” O também sócio proprietário e cofundador da Leigado, Giandro Masson, completa “Sem contar que eles estão preocupados com a formação do indivíduo como pessoa e como profissional. Podemos dizer o quanto estamos lisonjeados em ser uma empresa amiga dessa grande instituição. ” Ressalta Giandro.
Para a Diretora da Fundação Roge, Carmem Lúcia Ferreira Alves, a inclusão da tecnologia é primordial para formação dos jovens dentro da Academia o Leite. “O uso da tecnologia a favor do gerenciamento é fundamental na formação dos jovens estudantes da Academia do Leite da fundação Roge. A parceria com a Leigado vem ao encontro dos nossos objetivos de atender às demandas do mercado do leite por profissionais preparados para a gestão.” Finaliza.
A parceria também propõe uma troca de conhecimentos sobre “gestão, por meio da tecnologia”, por parte da Leigado, junto aos alunos e professores da academia, aproximando a escola da realidade do mercado.
A Leigado apoia iniciativas como esta, que visam o crescimento profissional e pessoal de jovens e adolescentes. A tecnologia cada vez mais pode ser utilizada de maneira eficaz no meio rural.

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Campanha contra a Febre aftosa 2017. Proteja seu rebanho.

Campanha contra febre aftosa 2017 já começou em todo o País

Assessoria Leigado

A febre aftosa é uma doença infecciosa aguda, causada por vírus e é considerada uma das mais contagiosas, que atinge bovinos, búfalos, ovinos, caprinos e suínos.A campanha contra doença esse ano já começou e teve início no último dia 1° de maio em mais de 22 estados, além do Distrito federal.

O Ministério da Agricultura (Mapa), pretende imunizar cerca de 198 milhões de animais durante todo o mês. Devem ser vacinados todos os animais, com exceção dos rebanhos do Acre, Espírito Santo, Paraná e São Paulo, que nessa primeira etapa vão imunizar apenas animais com até 24 meses.

De acordo com a Agência de Defesa do Agronegócio do Paraná (Adapar), o estado do Paraná é considerado a pela organização Mundial da Saúde Animal – OIE uma área livre da Febre Aftosa, assim como mais 23 estados brasileiros e o Distrito Federal.

Vale lembrar que tanto a aquisição quanto a aplicação da vacina contra a febre aftosa é de responsabilidade dos proprietários dos animais, sendo obrigatória a sua comprovação, como previsto na legislação estadual e seu descumprimento gera multa e ainda impossibilita o transporte dos animais.

Não deixe de vacinar seus animais. Fique atento ao calendário nacional.

Procedimentos na campanha de vacinação, segundo a ADAPAR:

1) A próxima Campanha de Vacinação Contra Febre Aftosa ocorre no mês de maio. A vacinação e sua comprovação são obrigatórias. A comprovação deve ser feita até o dia 31 de maio nas Unidades Locais de Sanidade Agropecuária da ADAPAR ou pela internet acessando a página da ADAPAR (www.adapar.pr.gov.br)
2) Na etapa de maio é obrigatório vacinar os bovinos e búfalos com até 24 meses de idade, incluindo os bezerros com poucos dias de vida.
3) O produtor deve comprar a vacina nas casas agropecuárias. Ao comprar a vacina deve obter a Nota Fiscal de compra da vacina e o Comprovante de Vacinação e Atualização Cadastral.
4) A dose da vacina é de 5 ml para todos os animais, independente do peso e tamanho. Só vacine bovinos e búfalos.
5) Preencher o Comprovante de Vacinação e Atualização Cadastral, relacionando corretamente a quantidade de animais existentes e de animais vacinados, por sexo e por idade. A quantidade de animais relacionada no Comprovante será cadastrada na ADAPAR e, portanto, deve ser exatamente igual ao existente na propriedade. Assim, o produtor deve aproveitar a vacinação para contagem dos animais e, somente depois, preencher o Comprovante.
6) Para fazer a comprovação da vacinação nas Unidades Locais de Sanidade Agropecuária: levar as duas vias do Comprovante de Vacinação e Atualização Cadastral e a Nota Fiscal da compra da vacina;
7) Se mais de um produtor fizer a vacinação em conjunto, deve ser preenchido um Comprovante para cada produtor;
8) Se o produtor tiver mais de uma propriedade, deve ser preenchido um Comprovante para cada uma delas.
9) Se numa mesma propriedade tiver a criação de bovinos e búfalos, preencher um Comprovante para cada espécie de animal.
10) Mesmo que o produtor não possua bovinos e búfalos na idade até 24 meses (com vacinação obrigatória), deverá entregar o Comprovante nas Unidades Locais para efeito de atualização cadastral na ADAPAR, relacionando os bovinos e búfalos acima de 24 meses de idade e as demais espécies animais.

Qualquer dúvida, procure esclarecimento nas Unidades Locais de sua região.

Recomendações:

  1. a) Sempre conservar a vacina em local resfriado, na geladeira ou caixa isotérmica com gelo; nunca expor ao sol. Somente transportar a vacina da loja agropecuária até a propriedade em caixa isotérmica com gelo, mantendo-a refrigerada até o momento da aplicação.b) Aplicar a vacina com agulhas e seringas bem limpas e desinfetadas para evitar contaminações (antes de usar, deixe a seringa e agulhas em água fervente por 10 minutos). Agite bem o frasco antes de usar. Aplique com calma a vacina nos animais.c) A dose a ser aplicada é de 5 ml, para todas as idades, tamanho e peso do animal. Essa é a dose correta, nunca aplique menos do que essa dosagem.

    d) Aplicar a vacina na tábua do pescoço, via subcutânea ou intramuscular. Evite aplicar no posterior (“traseiro”) do animal que é região de carne nobre.

    e) Realizar a vacinação o quanto antes, não deixando para os últimos dias da campanha.

    f) E também não deixar para comprovar nos últimos dias.

Para mais informações, acesse:

Brasil:

http://www.agricultura.gov.br/assuntos/sanidade-animal-e-vegetal/saude-animal/programas-de-saude-animal/febre-aftosa/febre-aftosa-campanha

Paraná:

http://www.adapar.pr.gov.br/

Fontes: ADAPAR, Mapa.

 

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